Marina Mota recorda morte de Maria João Abreu: Estava no auge, não é justo”, em entrevista a Daniel Oliveira.

Marina Mota recordou o nascimento da filha, aos 21 anos, e a altura em que foi avó aos 40.
“Sei que sou uma boa mãe, tenho a certeza absoluta. Porque estou lá sempre, sempre estive e hei de continuar a estar“, disse.
Sobre a morte do pai, referiu: “Digo-lhe bom dia todos os dias, mas o abraço dele não sinto. Às vezes até converso e digo-lhe umas baboseiras, mas o abraço não sinto. Fecho os olhos, tento sentir mas não. Sou uma mulher de toque e à distância é difícil“.
Sobre a morte de Maria João Abreu, disse: “Era uma colega maravilhosa que estava no auge da profissão, que tinha tido a sorte de finalmente ser protagonista de uma série que fez maravilhosamente bem e, mesmo assim, aconteceu. E não é justo“.
