Megaoperação da GNR em 11 localidades: seis homens e uma empresa constituídos arguidos por burla e associação criminosa

Megaoperação da GNR em 11 localidades: seis homens e uma empresa constituídos arguidos por burla e associação criminosa, revelou em comunicado.

Investigação decorria desde 2020

O Comando Territorial de Viseu da GNR realizou, no dia 30 de setembro, uma operação policial que culminou na constituição como arguidos de seis homens, com idades entre os 41 e os 66 anos, e de uma pessoa coletiva. Os crimes em causa são burla qualificada, branqueamento de capitais e associação criminosa, com atuação em todo o território nacional.

Segundo explica o comunicado, “no decurso de uma investigação que decorria desde 2020, e na continuidade de diligências de investigação anteriormente realizadas em abril do corrente ano, os militares da Guarda realizaram 16 buscas, dez domiciliárias e seis em empresas, nas localidades de Lisboa, Moita, Montijo, Setúbal, Sintra, Cacém, Porto, Magoito, Leiria, Pombal e Braga”.

Material apreendido durante as buscas

No âmbito da operação, foi possível apreender diverso material. Entre os itens recuperados, destacam-se:

  • Dois telemóveis;
  • Um computador;
  • Dezenas de artigos de vestuário e bens associados a instituições de solidariedade;
  • Diversa documentação;
  • Vários cartões de identificação em nome de Associações.

A GNR acrescenta ainda que, “no decorrer desta investigação, e incluindo as diligências realizadas no mês de abril deste ano, foram constituídos arguidos três pessoas coletivas e 13 indivíduos do sexo masculino, tendo ainda sido realizadas 23 buscas domiciliárias e 13 buscas não domiciliárias”.

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Caso segue para tribunal

De acordo com a Guarda, “os factos foram comunicados para o Tribunal Judicial de Viseu”, que acompanhará o processo nos próximos passos judiciais.

Operação envolveu mais de 60 elementos das autoridades

No terreno, estiveram mobilizados 67 militares da GNR, pertencentes à estrutura de Investigação Criminal, aos Comandos Territoriais de Braga, Leiria e Lisboa e à Direção de Investigação Criminal.

A operação contou ainda com o apoio da Polícia de Segurança Pública e da Polícia Judiciária.

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