MEO Marés Vivas muda-se para Matosinhos e passa a chamar-se MEO Marés em 2026

MEO Marés Vivas muda-se para Matosinhos e passa a chamar-se MEO Marés em 2026, segundo foi revelado.

O MEO Marés Vivas vai entrar numa nova fase em 2026. Segundo o comunicado de imprensa, o festival muda-se para Matosinhos e assume uma identidade renovada, passando a apresentar-se ao público como MEO Marés.

A edição de 2026 realiza-se nos dias 17, 18 e 19 de julho, numa localização que pretende reforçar a ligação ao mar, melhorar a experiência do público e abrir um novo ciclo na história do evento.

Festival inicia nova etapa em Matosinhos

A mudança para Matosinhos surge, de acordo com o comunicado, como uma evolução natural do festival. A organização quer reforçar a ambição, a escala e as condições oferecidas ao público, artistas, marcas e parceiros.

Além disso, a nova localização promete maior acessibilidade, melhor mobilidade, mais conforto e uma relação mais próxima com a dinâmica cultural da cidade.

Apesar da mudança, o festival quer preservar o ADN que o tornou uma referência no panorama musical nacional. A transição para MEO Marés é apresentada como uma afirmação de identidade e continuidade.

Da Weasel são o primeiro nome confirmado

O primeiro nome anunciado para o cartaz de 2026 é também um dos mais fortes. Os Da Weasel vão subir ao palco MEO num espetáculo especial com orquestra.

A atuação terá direção do maestro Rui Massena e é apresentada como um dos momentos diferenciadores desta nova fase do festival.

Segundo o comunicado, este encontro artístico pretende criar uma experiência única e emocional, com forte ligação ao público português.

Organização fala em “novo ciclo ambicioso”

Para Jorge Lopes, da PEV Entertainment, a mudança representa mais do que uma alteração de localização. Representa o arranque de uma nova etapa para o festival.

“𝗔 𝗺𝘂𝗱𝗮𝗻ç𝗮 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗠𝗮𝘁𝗼𝘀𝗶𝗻𝗵𝗼𝘀 𝗲 𝗮 𝗲𝘃𝗼𝗹𝘂çã𝗼 𝗱𝗮 𝗺𝗮𝗿𝗰𝗮 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗠𝗘𝗢 𝗠𝗮𝗿é𝘀 𝗺𝗮𝗿𝗰𝗮𝗺 𝗼 𝗶𝗻í𝗰𝗶𝗼 𝗱𝗲 𝘂𝗺 𝗻𝗼𝘃𝗼 𝗰𝗶𝗰𝗹𝗼 𝗮𝗺𝗯𝗶𝗰𝗶𝗼𝘀𝗼 𝗻𝗮 𝗵𝗶𝘀𝘁ó𝗿𝗶𝗮 𝗱𝗼 𝗳𝗲𝘀𝘁𝗶𝘃𝗮𝗹. 𝗘𝘀𝘁𝗮 𝗻𝗼𝘃𝗮 𝗹𝗼𝗰𝗮𝗹𝗶𝘇𝗮çã𝗼 𝗻ã𝗼 𝘀ó 𝗻𝗼𝘀 𝗼𝗳𝗲𝗿𝗲𝗰𝗲 𝗺𝗲𝗹𝗵𝗼𝗿𝗲𝘀 𝗰𝗼𝗻𝗱𝗶çõ𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗮𝗰𝗲𝘀𝘀𝗶𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲, 𝗰𝗼𝗻𝗳𝗼𝗿𝘁𝗼 𝗲 𝘀𝘂𝘀𝘁𝗲𝗻𝘁𝗮𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼 𝗽ú𝗯𝗹𝗶𝗰𝗼 𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗰𝗲𝗶𝗿𝗼𝘀, 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝗻𝗼𝘀 𝗽𝗲𝗿𝗺𝗶𝘁𝗲 𝗺𝗮𝗻𝘁𝗲𝗿 𝗮 𝗻𝗼𝘀𝘀𝗮 𝗳𝗼𝗿𝘁𝗲 𝗹𝗶𝗴𝗮çã𝗼 𝗮𝗼 𝗺𝗮𝗿. 𝗘𝗺 𝟮𝟬𝟮𝟲, 𝗾𝘂𝗲𝗿𝗲𝗺𝗼𝘀 𝗵𝗼𝗻𝗿𝗮𝗿 𝗼 𝗻𝗼𝘀𝘀𝗼 𝗹𝗲𝗴𝗮𝗱𝗼 𝗲 𝗼 𝗻𝗼𝘀𝘀𝗼 𝗔𝗗𝗡, 𝗺𝗮𝘀 𝘁𝗮𝗺𝗯é𝗺 𝘀𝘂𝗿𝗽𝗿𝗲𝗲𝗻𝗱𝗲𝗿 𝗰𝗼𝗺 𝗲𝘅𝗽𝗲𝗿𝗶ê𝗻𝗰𝗶𝗮𝘀 𝗿𝗲𝗻𝗼𝘃𝗮𝗱𝗮𝘀 𝗲 𝗲𝘀𝗽𝗲𝗰𝘁á𝗰𝘂𝗹𝗼𝘀 𝗮𝗿𝘁í𝘀𝘁𝗶𝗰𝗼𝘀 ú𝗻𝗶𝗰𝗼𝘀.”

Música, cultura, inovação e sustentabilidade

A nova edição mantém os pilares centrais do festival: música, cultura, inovação tecnológica, inclusão e sustentabilidade.

Contudo, o comunicado adianta que haverá também novas experiências, ativações de marca e uma vertente artística ligada ao universo da arte e da criatividade contemporânea.

A organização quer, assim, integrar o festival na dinâmica urbana e cultural de Matosinhos. Ao mesmo tempo, pretende reforçar a proximidade ao mar e criar melhores condições de conforto e inclusão.

MEO reforça aposta numa experiência “sentida”

Para Luíza Galindo, Diretora de Marca e Comunicação da MEO, o festival é hoje uma das formas mais fortes de aproximação da marca às pessoas.

“𝗢 𝗠𝗘𝗢 𝗠𝗮𝗿é𝘀 é 𝗵𝗼𝗷𝗲 𝘂𝗺 𝗱𝗼𝘀 𝗽𝗿𝗶𝗻𝗰𝗶𝗽𝗮𝗶𝘀 𝗮𝘁𝗶𝘃𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗹𝗶𝗴𝗮çã𝗼 𝗱𝗮 𝗠𝗘𝗢 à𝘀 𝗽𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮𝘀, 𝗷𝘂𝗻𝘁𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗺ú𝘀𝗶𝗰𝗮, 𝗰𝘂𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗲 𝗶𝗻𝗼𝘃𝗮çã𝗼 𝗻𝘂𝗺𝗮 𝗲𝘅𝗽𝗲𝗿𝗶ê𝗻𝗰𝗶𝗮 ú𝗻𝗶𝗰𝗮. 𝗠𝗮𝗶𝘀 𝗱𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝘀𝗲𝗿 𝘃𝗶𝘀𝘁𝗼, 𝗼 𝗽𝗿𝗼𝗽ó𝘀𝗶𝘁𝗼 𝗱𝗼 𝗠𝗘𝗢 é 𝘀𝗲𝗿 𝘀𝗲𝗻𝘁𝗶𝗱𝗼 𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗮 𝗽𝗮𝗿𝗰𝗲𝗿𝗶𝗮 𝘁𝗲𝗺 𝗽𝗲𝗿𝗺𝗶𝘁𝗶𝗱𝗼 𝗰𝗼𝗻𝗰𝗿𝗲𝘁𝗶𝘇𝗮𝗿 𝗲𝘀𝘀𝗮 𝗮𝗺𝗯𝗶çã𝗼, 𝗻ã𝗼 𝘀ó 𝗮𝗰𝗼𝗺𝗽𝗮𝗻𝗵𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗮 𝗲𝘃𝗼𝗹𝘂çã𝗼 𝗱𝗼 𝗳𝗲𝘀𝘁𝗶𝘃𝗮𝗹, 𝗺𝗮𝘀 𝘁𝗮𝗺𝗯é𝗺 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗴𝗿𝗮𝗻𝗱𝗼 𝘁𝗲𝗰𝗻𝗼𝗹𝗼𝗴𝗶𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗺𝗲𝗹𝗵𝗼𝗿𝗮 𝗮 𝗲𝘅𝗽𝗲𝗿𝗶ê𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗲 𝗿𝗲𝗳𝗼𝗿ç𝗮𝗻𝗱𝗼 𝘂𝗺𝗮 𝗮𝗯𝗼𝗿𝗱𝗮𝗴𝗲𝗺 𝗰𝗮𝗱𝗮 𝘃𝗲𝘇 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗶𝗻𝗰𝗹𝘂𝘀𝗶𝘃𝗮, 𝘁𝗼𝗿𝗻𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗼 𝗳𝗲𝘀𝘁𝗶𝘃𝗮𝗹 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗮𝗰𝗲𝘀𝘀í𝘃𝗲𝗹 𝗲 𝗿𝗲𝗹𝗲𝘃𝗮𝗻𝘁𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝘁𝗼𝗱𝗼𝘀.”

A tecnologia, a acessibilidade e a inclusão surgem, por isso, como pontos centrais desta nova identidade.

SIC mantém-se como media partner oficial

A SIC volta a associar-se ao festival enquanto media partner oficial. Segundo o comunicado, esta parceria acontece pelo segundo ano consecutivo.

Para Mónica Serrano, Diretora de Marca, Comunicação e Relações Humanas do Grupo Impresa, a ligação ao festival reforça a presença da SIC junto da música e dos grandes eventos ao vivo.

“𝗔 𝗦𝗜𝗖 𝘃𝗼𝗹𝘁𝗮 𝗮 𝗮𝘀𝘀𝗼𝗰𝗶𝗮𝗿-𝘀𝗲 𝗮𝗼 𝗠𝗘𝗢 𝗠𝗮𝗿é𝘀 𝗽𝗼𝗿𝗾𝘂𝗲 𝗮𝗰𝗿𝗲𝗱𝗶𝘁𝗮 𝗻𝗮 𝗳𝗼𝗿ç𝗮 𝗱𝗮 𝗺ú𝘀𝗶𝗰𝗮 𝗲 𝗱𝗮 𝗰𝘂𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗲𝗻𝗾𝘂𝗮𝗻𝘁𝗼 𝗲𝘅𝗽𝗲𝗿𝗶ê𝗻𝗰𝗶𝗮𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝗮𝗽𝗿𝗼𝘅𝗶𝗺𝗮𝗺 𝗽𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮𝘀 𝗲 𝗰𝗿𝗶𝗮𝗺 𝗹𝗶𝗴𝗮çõ𝗲𝘀 𝗲𝗺𝗼𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗶𝘀 𝗱𝘂𝗿𝗮𝗱𝗼𝘂𝗿𝗮𝘀. 𝗘𝘀𝘁𝗲 𝗻𝗼𝘃𝗼 𝗰𝗮𝗽í𝘁𝘂𝗹𝗼 𝗱𝗼 𝗳𝗲𝘀𝘁𝗶𝘃𝗮𝗹 𝗿𝗲𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝘁𝗮 𝘂𝗺𝗮 𝗼𝗽𝗼𝗿𝘁𝘂𝗻𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗱𝗲 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗶𝗻𝘂𝗮𝗿 𝗮 𝗹𝗲𝘃𝗮𝗿 𝗲𝘀𝘀𝗮 𝗲𝗻𝗲𝗿𝗴𝗶𝗮 𝗮 𝘁𝗼𝗱𝗼𝘀 𝗼𝘀 𝗽𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝘂𝗲𝘀𝗲𝘀, 𝗮𝘁𝗿𝗮𝘃é𝘀 𝗱𝗲 𝘂𝗺𝗮 𝗰𝗼𝗯𝗲𝗿𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗺𝘂𝗹𝘁𝗶𝗽𝗹𝗮𝘁𝗮𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮 𝗽𝗿ó𝘅𝗶𝗺𝗮, 𝗿𝗲𝗹𝗲𝘃𝗮𝗻𝘁𝗲 𝗲 𝗶𝗻𝘀𝗽𝗶𝗿𝗮𝗱𝗼𝗿𝗮.”

Além disso, a estação reforça o seu compromisso com a música e com o talento português. A cobertura será feita através da SIC e da SIC Notícias, com presença nos formatos televisivos e digitais.

Um novo nome para preservar um legado

Com a passagem de MEO Marés Vivas para MEO Marés, o festival procura simplificar a marca e preparar o seu crescimento futuro.

Ainda assim, o comunicado sublinha a intenção de manter o legado construído ao longo de mais de uma década. A relação com várias gerações de público, artistas e marcas continua a ser uma das bases desta nova etapa.

Assim, Matosinhos passa a receber, em julho de 2026, um festival renovado na identidade, mas ainda ligado ao mar, à música e à experiência ao vivo.

Veja o cartaz completo aqui.

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Tiago Santos
Tiago Santos
Colaborador na área da redação de artigos no site Infocul.pt. Gosto particular pelas áreas da televisão, social & lyfestile.

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