Miguel Sousa Tavares reage em direto na TVI à polémica que marcou a semana e na qual o seu nome foi envolvido.
Tema surgiu no final da ‘5ª Coluna’
Na emissão desta quinta-feira, 21 de agosto, da rubrica ‘5ª Coluna’, transmitida no Jornal Nacional da TVI, Miguel Sousa Tavares foi confrontado com a polémica em que esteve envolvido. O momento aconteceu já na parte final da conversa conduzida por Sandra Felgueiras.
A pergunta de Sandra Felgueiras
A jornalista introduziu o tema lembrando a semana marcada por controvérsia. “Para fechar, esta semana estiveste nas bocas do mundo, sobretudo nas redes sociais, pelas piores razões e até te despediste de um jornal, de uma publicação onde escrevias há bastante tempo, o Record. O que é que te oferece dizer sobre isto?”, questionou Sandra Felgueiras.
A visão de Miguel Sousa Tavares
O comentador respondeu com uma reflexão sobre os portugueses e a liberdade. “Nós somos um povo que é capaz de coisas grandiosas, extraordinárias. Quando vejo aquelas pessoas nos incêndios, a ajudarem-se uns aos outros, a defenderem o que é seu, eu penso que aqueles são os verdadeiros portugueses que vale a pena apoiar. Mas a grande maioria, não sei se a grande maioria, mas há uma larga fatia de portugueses que detesta a liberdade. Liberdade no sentido completo, liberdade não apenas de pensar pela sua cabeça, não depender do estado para tudo, não ter medo de arriscar profissionalmente, não ter medo de seguir-se com os seus valores e por isso é que tivemos 50 anos de ditadura”, afirmou.
De seguida, acrescentou: “E aquilo que eu acho, isto não é um autoelogio, é uma constatação, é que quando não se ama a liberdade suficientemente para praticar para si próprio, detesta-se quem o faz. Detesta-se!”
Sobre as críticas recebidas
Na continuidade da conversa, Sandra Felgueiras quis saber: “Achas que o que tem acontecido esta semana é um ato de quem te detesta?”.
Miguel Sousa Tavares foi direto na resposta. “Isso não tenho dúvidas. Agora o que interessa é saber porquê. Em minha opinião, é porque não me conseguem encostar a etiqueta nenhuma e isso é insuportável para as pessoas que gostam de ser mandadas e que estão habituadas a ser comandadas”, afirmou.
Conclusão do debate
Já no fecho da entrevista, a jornalista perguntou-lhe se se sente de consciência tranquila. “Bem, mais do que isso, Sandra. Pelo amor de Deus”, concluiu Miguel Sousa Tavares.
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