Morreu Teresa Caeiro: ex-deputada e antiga vice-presidente da Assembleia da República tinha 56 anos, havendo várias reações.
Notícia confirmada por João Almeida
O deputado do CDS-PP João Almeida confirmou a morte de Teresa Caeiro durante um comentário no SIC Notícias, na passada quinta-feira, dia 14. A informação foi inicialmente avançada pelo jornal Expresso.
Trajetória política
Teresa Caeiro foi deputada pelo CDS-PP durante cinco legislaturas e desempenhou funções de vice-presidente da Assembleia da República, deixando uma marca importante na política portuguesa.
Homenagens nas redes sociais
Nas redes sociais, amigos e colegas têm multiplicado as mensagens de pesar. A jornalista Sandra Felgueiras partilhou: “Minha Tété, como foi isto acontecer assim, sem prévio aviso? Sem nada? Estou em choque. Fiquei sem chão ao ler o post do José Bourbon-Ribeiro. Tive de lhe perguntar, porque não podia crer no que li.”
Além disso, Sandra acrescentou: “Sempre foste uma amiga forte, determinada e ao mesmo tempo tão doce, tão bem-disposta, tão divertida! Não sei o que se passou, mas rezo para que estejas em paz. Ficarei deste lado em lágrimas, mas não demasiadas. Sei que não nos queres a chorar-te.”
A jornalista terminou a homenagem recordando um momento recente: “Da última vez que tomámos pequeno-almoço nem uma foto tirámos. Agora, olho indignada para a última mensagem que me enviaste e à qual não respondi. Desculpa, minha Tété! Um beijo imenso cheio de saudades!”
Margarida Rebelo Pinto também prestou homenagem
A escritora Margarida Rebelo Pinto partilhou o seu choque: “Não acredito. A Teggy. Uma das mulheres mais queridas e inteligentes que a vida me trouxe. Uma amiga de coração cheio. Um universo de sensibilidade com um sentido de humor único. Meiga, meiga, meiga. Chamava-me sempre Margaridazinha. Nunca ninguém me chamou Margaridazinha.”
Margarida concluiu: “Estou sem palavras. Descansa em paz, meu anjo querido.”
Maria Rueff recorda a amiga com poesia
Por sua vez, Maria Rueff dedicou um poema de Mário Cesariny a Teresa Caeiro: “[…] Ao longo da muralha que habitamos/ há palavras de vida há palavras de morte/ há palavras imensas, que esperam por nós/ e outras, frágeis, que deixaram de esperar!”
A atriz acrescentou: “Querida Tegui, leva contigo só as palavras mais doces… e parte em paz!”

