Nuno Homem de Sá obrigado a deixar casa onde vive desde 2013 após decisão judicial

Nuno Homem de Sá obrigado a deixar casa onde vive desde 2013 após decisão judicial, segundo foi revelado.

Nuno Homem de Sá prepara-se para sair da casa onde vive há mais de uma década. O ator foi alvo de uma decisão judicial relacionada com rendas em atraso, num processo que terminou com ordem de despejo.

Em causa estão milhares de euros que, segundo foi avançado, ficaram por pagar ao senhorio. A sentença já transitou em julgado e, por isso, deixou de haver margem para recurso.

Decisão judicial já é definitiva

O caso, que se arrastava há alguns anos, chegou agora a uma fase decisiva. Segundo a revista TV 7 Dias, Marco António, advogado do senhorio, confirmou que a sentença já não pode ser contestada.

Assim, a decisão do tribunal passa a ser definitiva. Na prática, Nuno Homem de Sá terá de abandonar o imóvel onde reside desde 2013.

Apesar do desfecho, o ator não deverá criar entraves à saída. De acordo com a mesma publicação, Nuno Homem de Sá tem mantido uma postura de colaboração desde o início do processo.

Processo entregue ao agente de execução

Entretanto, Marco António explicou que o processo já seguiu para o agente de execução. O representante do senhorio adiantou ainda que vai pedir a entrega imediata do imóvel.

O advogado detalhou os próximos passos: “São 30 dias para transitar em julgado, não houve nada. Neste momento executei, estou à espera. Está o agente de execução a tratar disso. Ele agora tem de ser citado, depois tem um prazo para deduzir embargo. Se não deduzir embargo nós vamos lá buscá-lo”.

Desta forma, o procedimento avança agora para a fase de execução. Nuno Homem de Sá terá ainda de ser citado e poderá apresentar embargo dentro do prazo legal previsto.

Ator deverá cumprir a ordem de despejo

Ainda assim, segundo a TV 7 Dias, o ator não pretende atrasar a saída da casa. Nuno Homem de Sá terá reiterado que irá cumprir a ordem determinada pelo tribunal.

O processo marca, assim, o fim de uma ligação a uma residência ocupada desde 2013. Depois de anos de litígio, a decisão judicial coloca um ponto final no caso.

Agora, resta aguardar pelos próximos passos formais. O despejo, contudo, deixou de ser apenas uma possibilidade e passou a ser uma consequência directa da sentença.

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