Pedro Jorge viveu fase difícil no futebol: Marisa Pires revela humilhações e apoio da família

Pedro Jorge viveu fase difícil no futebol: Marisa Pires revela humilhações e apoio da família, em entrevista.

Pedro Jorge sempre alimentou o sonho de chegar longe no futebol. Aos 29 anos, o concorrente do “Desafio Final” não chegou a representar um clube de topo, mas manteve a ligação à modalidade como uma parte importante da sua vida.

No entanto, o percurso dentro das quatro linhas também teve momentos duros. Um dos episódios mais marcantes aconteceu pouco depois do nascimento de Théo, atualmente com dois anos.

Nessa fase, Pedro Jorge viveu um período complicado, motivado pela atitude de um treinador. Segundo Marisa Pires, o companheiro chegou a ser alvo de comentários depreciativos sobre a sua condição física.

Marisa Pires recorda fase dolorosa de Pedro Jorge

Em declarações à TV Guia, Marisa Pires falou sobre o impacto que essa fase teve em Pedro Jorge. A companheira do concorrente não escondeu a revolta perante o que viu acontecer.

Marisa revelou: “Ele era gozado, ridicularizado, enxovalhado. Aquilo que eu e os pais do Pedro lhe dizíamos era para procurar um clube onde lhe dessem o devido valor. Ele vinha para casa mesmo em baixo e eu não gostava nada de o ver assim“.

Durante uma conversa no “Desafio Final”, Pedro Jorge também reconheceu que aquele foi um dos períodos mais difíceis da sua vida. A situação terá marcado não só o jogador, mas também a família mais próxima.

Família incentivou mudança de clube

Perante o desgaste sentido por Pedro Jorge, Marisa Pires e os pais do concorrente incentivaram-no a procurar outro caminho. Para a companheira, o limite tinha sido ultrapassado.

Marisa reforçou: “Seja com o meu marido, com os meus filhos… Não admito que sejam ridicularizados. Este tipo de treinadores nem devia treinar ninguém. Só queria o bem do Pedro e incentivei-o a sair“.

A situação terá sido considerada suficientemente grave para levar Regina, mãe de Pedro Jorge, a avançar com uma queixa formal contra o treinador.

Depois disso, a mudança de clube trouxe algum alívio. Mesmo sem remuneração, Pedro Jorge encontrou um ambiente diferente e mais saudável.

Marisa contou: “Ele foi para outra equipa, não recebia nada, mas havia muita camaradagem. Isso é que é bonito, podiam não lhe pagar, mas todos se respeitavam, havia um espírito de equipa muito bonito. Foi muito bom para ele também nessa altura“.

O futebol continua a ser uma grande paixão

Apesar das dificuldades, o futebol continuou a ocupar um lugar especial na vida de Pedro Jorge. Para Marisa Pires, ver o companheiro jogar era também uma alegria familiar.

A companheira recordou que todos acompanhavam os jogos e os torneios, incluindo os filhos. O orgulho vinha menos dos resultados e mais da felicidade que o futebol dava a Pedro.

Marisa afirmou: “Estou cheia de saudades de o ver jogar. Eu, o pai, a mãe, os miúdos, acompanhávamos tudo. Íamos atrás dele para todo o lado, os garotos também adoravam. É uma grande alegria até porque o futebol o faz muito feliz e eu gosto de o ver feliz. Só quero que ele volte, até aos torneios que ele fazia e às vezes de futsal com os amigos, muitas vezes até à meia noite, mas era com muito orgulho que ficávamos a ver, porque é mesmo doido pelo futebol”.

Assim, a história de Pedro Jorge no futebol surge marcada por dois lados. Por um lado, houve a dor provocada por comentários e atitudes que deixaram marcas. Por outro, manteve-se a paixão por uma modalidade que continua a fazê-lo feliz.

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