Perigo máximo de incêndio fecha monumentos e condiciona acesso à Serra de Sintra, anunciou a autarquia em comunicado.
A Serra de Sintra terá acessos condicionados a partir das 00h00 de 13 de junho, devido ao risco de incêndio rural.
Em comunicado, a Câmara Municipal de Sintra, liderada por Marco Almeida, informa que a decisão surge após o IPMA colocar o perigo de incêndio em “𝗻í𝘃𝗲𝗹 𝗺á𝘅𝗶𝗺𝗼”.
A medida mantém-se enquanto durar a situação de risco e será reavaliada consoante a evolução das condições meteorológicas.
Monumentos encerram por prevenção
Segundo o comunicado da autarquia, vários espaços patrimoniais da Serra de Sintra encerram ao público como medida preventiva.
O encerramento abrange o Parque e Palácio Nacional da Pena, o Castelo dos Mouros, o Convento dos Capuchos e o Chalet da Condessa d’Edla.
Além disso, ficam também fechados o Santuário da Peninha e o Parque e Palácio de Monserrate.
Por outro lado, mantêm-se abertos o Palácio Nacional de Sintra e a Quinta da Regaleira.
Cancelas ficam encerradas na serra
A Câmara Municipal de Sintra informa ainda que as cancelas instaladas nos locais definidos na proposta 279/-P/2020 permanecerão encerradas.
A decisão aplica-se durante todo o período em que vigorar o risco de incêndio rural.
Assim, o acesso à serra ficará limitado para reduzir a presença de pessoas em zonas florestais vulneráveis.
Atividades proibidas em perímetro florestal
Ainda de acordo com o comunicado, ficam proibidas várias atividades em perímetro florestal.
A restrição inclui eventos culturais, desportivos ou outras iniciativas que impliquem concentração de pessoas em território florestal.
Também fica proibida a utilização de equipamentos florestais de recreio.
Além disso, não será permitida a circulação ou permanência em áreas florestais públicas ou comunitárias, incluindo a rede viária abrangida.
Quem pode circular
Apesar das restrições, há exceções previstas pela autarquia.
Podem circular veículos de socorro e emergência, bem como entidades do Sistema Municipal de Proteção Civil.
A autorização mantém-se também para residentes e pessoas que exerçam atividade profissional na área, quando não exista percurso alternativo.
Além disso, podem circular pessoas que estejam a prestar assistência a indivíduos vulneráveis.
A situação será acompanhada pela Câmara Municipal de Sintra e poderá ser revista em função da evolução do estado do tempo.

