Portugal empata com o Congo no Mundial 2026 e Roberto Martínez fica debaixo de fogo

Portugal empata com o Congo no Mundial 2026 e Roberto Martínez fica debaixo de fogo, com várias críticas.

Foto: Cristiano Ronaldo – Instagram

Portugal entrou no Mundial 2026 com um empate que soube a aviso. A seleção nacional não foi além do 1-1 frente à República Democrática do Congo, num jogo em que começou por marcar cedo, mas perdeu clareza, ritmo e autoridade.

João Neves ainda deu vantagem à equipa portuguesa com um golo madrugador. Porém, perto do intervalo, Yoane Wissa respondeu de cabeça, na sequência de um lance de bola parada, e gelou a seleção de Roberto Martínez.

Depois, a reação pública não tardou. Cristiano Ronaldo deixou uma mensagem nas redes sociais, Roberto Martínez defendeu a equipa e vários comentadores apontaram falhas graves na exibição portuguesa.

Cristiano Ronaldo reage após estreia difícil

Cristiano Ronaldo teve uma noite discreta no seu sexto Mundial. O capitão português pouco apareceu no jogo ofensivo e terminou a partida longe do impacto esperado.

Ainda assim, nas redes sociais, deixou uma mensagem de confiança para o que falta jogar: “𝗡𝗮̃𝗼 𝗲𝗿𝗮 𝗼 𝗮𝗿𝗿𝗮𝗻𝗾𝘂𝗲 𝗾𝘂𝗲 𝗾𝘂𝗲𝗿í𝗮𝗺𝗼𝘀, 𝗺𝗮𝘀 𝗶𝘀𝘁𝗼 𝗲𝘀𝘁𝗮́ 𝗹𝗼𝗻𝗴𝗲 𝗱𝗲 𝘁𝗲𝗿 𝗮𝗰𝗮𝗯𝗮𝗱𝗼. 𝗖𝗮𝗯𝗲𝗰̧𝗮 𝗹𝗲𝘃𝗮𝗻𝘁𝗮𝗱𝗮 𝗲 𝗳𝗼𝗰𝗼 𝗻𝗼 𝗽𝗿𝗼́𝘅𝗶𝗺𝗼 𝗷𝗼𝗴𝗼.”

Entretanto, dentro das quatro linhas, Portugal nunca conseguiu transformar a posse em verdadeiro perigo. A equipa circulou muito, mas feriu pouco.

O golo cedo não bastou

Portugal entrou bem e chegou cedo à vantagem. Contudo, esse momento acabou por ter um efeito estranho na equipa.

A seleção passou a jogar com menos profundidade e permitiu que o Congo se reorganizasse. Do outro lado, os africanos foram ganhando confiança e encontraram o empate antes do descanso.

O lance surgiu a partir de um canto trabalhado. Yoane Wissa antecipou-se à defesa portuguesa e cabeceou para o fundo da baliza. A partir daí, Portugal perdeu serenidade.

Na segunda parte, Roberto Martínez tentou mexer no jogo. Bernardo Silva saiu ao intervalo para a entrada de Francisco Conceição. Mais tarde, Pedro Neto também foi lançado.

Ainda assim, o ataque continuou previsível. Cristiano Ronaldo manteve-se na frente, mas com pouco contacto com a bola. A defesa congolesa agradeceu essa falta de mobilidade.

Martínez defende a equipa e fala em processo

Na conferência de imprensa, Roberto Martínez não escondeu a insatisfação com o resultado. Porém, recusou dramatizar o empate.

Questionado sobre a fragilidade de uma equipa candidata ao título, o selecionador lembrou que um Mundial não se decide no primeiro jogo: “𝘂𝗺 𝗠𝘂𝗻𝗱𝗶𝗮𝗹 𝗲́ 𝘂𝗺 𝘁𝗼𝗿𝗻𝗲𝗶𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗶𝘀𝘀𝗼 𝗮𝗰𝗼𝗻𝘁𝗲𝗰𝗲. 𝗛𝗮́ 𝗺𝗼𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝗼𝘀 𝗱𝗲𝘀𝗲𝗺𝗽𝗲𝗻𝗵𝗼𝘀 𝗻𝗮̃𝗼 𝗲𝘀𝘁𝗮̃𝗼 𝗮 𝘂𝗺 𝗻í𝘃𝗲𝗹.”

Depois, recordou exemplos de campeões que também começaram mal: “𝗘 𝗲𝘀𝘀𝗲𝘀 𝗻𝗮̃𝗼 𝗳𝗼𝗿𝗮𝗺 𝗱𝗲𝘀𝗲𝗺𝗽𝗲𝗻𝗵𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗲𝗾𝘂𝗶𝗽𝗮𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝗽𝗼𝗱𝗲𝗺 𝘀𝗲𝗿 𝗴𝗮𝗻𝗵𝗮𝗱𝗼𝗿𝗮𝘀, 𝗺𝗮𝘀 𝗳𝗼𝗿𝗮𝗺”.

Para o selecionador, a pressão em torno do título também pode pesar: “𝗴𝗮𝗻𝗵𝗮𝗿 𝗼 𝗠𝘂𝗻𝗱𝗶𝗮𝗹, 𝗴𝗮𝗻𝗵𝗮𝗿 𝗼 𝗠𝘂𝗻𝗱𝗶𝗮𝗹” é uma “𝗲𝗺𝗼𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗻𝗮̃𝗼 𝗮𝗷𝘂𝗱𝗮 𝗮 𝗴𝗮𝗻𝗵𝗮𝗿 𝗷𝗼𝗴𝗼𝘀”.

Ainda assim, Martínez viu aspetos positivos no início da partida: “𝗖𝗼𝗺𝗲𝗰̧𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗺𝘂𝗶𝘁𝗼, 𝗺𝘂𝗶𝘁𝗼 𝗯𝗲𝗺. 𝗢 𝗻í𝘃𝗲𝗹, 𝗼 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗼𝗹𝗲, 𝗮 𝗰𝗵𝗲𝗴𝗮𝗱𝗮 𝗻𝗮 𝗯𝗮𝗹𝗶𝘇𝗮”.

Selecionador admite falhas, mas mantém confiança

Apesar da defesa pública, Roberto Martínez reconheceu que Portugal não esteve ao nível necessário.

O técnico admitiu que a equipa tentou mudar o jogo, mas sem a eficácia pretendida: “𝗻𝗮̃𝗼 𝗮𝗼 𝗻í𝘃𝗲𝗹 𝗾𝘂𝗲 𝗻𝗼́𝘀 𝗽𝗿𝗲𝗰𝗶𝘀𝗮𝗺𝗼𝘀, 𝗰𝗼𝗺 𝗮 𝗾𝘂𝗮𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗾𝘂𝗲 𝗻𝗼́𝘀 𝘁𝗲𝗺𝗼𝘀”.

Depois, confrontado com a ideia de posse inconsequente, falou em autocrítica: “𝗡𝗼́𝘀 𝗽𝗿𝗲𝗰𝗶𝘀𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗺𝗲𝗹𝗵𝗼𝗿𝗮𝗿, 𝗻𝗼́𝘀 𝗽𝗿𝗲𝗰𝗶𝘀𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝘁𝗲𝗿 𝗺𝘂𝗶𝘁𝗮 𝗮𝘂𝘁𝗼𝗰𝗿í𝘁𝗶𝗰𝗮, 𝗮𝘃𝗮𝗹𝗶𝗮𝗿 𝗼 𝗷𝗼𝗴𝗼”.

E reforçou a mesma ideia: “𝗔 𝗻𝗼𝘀𝘀𝗮 𝗿𝗲𝘀𝗽𝗼𝗻𝘀𝗮𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗲́ 𝗮𝘃𝗮𝗹𝗶𝗮𝗿 𝗼 𝗷𝗼𝗴𝗼, 𝗮𝘂𝘁𝗼𝗰𝗿í𝘁𝗶𝗰𝗮 𝗲 𝗺𝗲𝗹𝗵𝗼𝗿𝗮𝗿. 𝗘 𝗲𝘀𝘁𝗲 𝗲́ 𝗼 𝗽𝗿𝗼𝗰𝗲𝘀𝘀𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗷𝗮́ 𝗳𝗮𝗹𝗲𝗶, 𝗾𝘂𝗲 𝗲́ 𝗼 𝗠𝘂𝗻𝗱𝗶𝗮𝗹 𝗱𝗮 𝗳𝗮𝘀𝗲 𝗱𝗲 𝗴𝗿𝘂𝗽𝗼𝘀”.

Ronaldo teve pouca bola e Martínez explicou o papel do avançado

Cristiano Ronaldo foi também tema na conferência. O capitão português teve apenas 25 toques na bola, um registo baixo para uma fase final.

Roberto Martínez explicou que a posição exige “𝗺𝘂𝗶𝘁𝗮 𝗱𝗶𝘀𝗰𝗶𝗽𝗹𝗶𝗻𝗮”, nomeadamente “𝗳𝗶𝗰𝗮𝗿 𝗻𝗮 𝗹𝗶𝗻𝗵𝗮 𝗱𝗲𝗳𝗲𝗻𝘀𝗶𝘃𝗮, 𝗻𝗮𝘀 𝗰𝗼𝘀𝘁𝗮𝘀 𝗱𝗼𝘀 𝗰𝗲𝗻𝘁𝗿𝗮𝗶𝘀, 𝗮𝗯𝗿𝗶𝗿 𝗲𝘀𝗽𝗮𝗰̧𝗼𝘀”.

Porém, o selecionador admitiu que a equipa não alimentou bem o ponta de lança depois do primeiro golo. Faltou “𝗱𝗮𝗿 𝘂𝗺 𝘀𝗲𝗿𝘃𝗶𝗰̧𝗼 𝗮𝗼 𝗽𝗼𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗹𝗮𝗻𝗰̧𝗮”.

Martínez reconheceu ainda que há “𝗮𝘀𝗽𝗲𝗰𝘁𝗼𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝗽𝗿𝗲𝗰𝗶𝘀𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗺𝗲𝗹𝗵𝗼𝗿𝗮𝗿”. Sobre Gonçalo Ramos, explicou que a entrada fazia parte da gestão dos “𝗷𝗼𝗴𝗮𝗱𝗼𝗿𝗲𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝗻𝗼́𝘀 𝘁𝗲𝗺𝗼𝘀 𝗻𝗼𝘀 𝗺𝗼𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼𝘀 𝗰𝗲𝗿𝘁𝗼𝘀”.

“As estatísticas não são boas”

Outro ponto sensível foi a produção ofensiva. Portugal terminou com poucos remates enquadrados e demasiados cruzamentos.

Martínez não fugiu ao tema: “𝗮𝘀 𝗲𝘀𝘁𝗮𝘁í𝘀𝘁𝗶𝗰𝗮𝘀, 𝗻𝗮̃𝗼 𝗲́ 𝘂𝗺 𝗷𝗼𝗴𝗼 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝘃𝗲𝗿 𝗮𝘀 𝗲𝘀𝘁𝗮𝘁í𝘀𝘁𝗶𝗰𝗮𝘀, 𝗽𝗼𝗿𝗾𝘂𝗲 𝗻𝗮̃𝗼 𝘀𝗮̃𝗼 𝗯𝗼𝗮𝘀, 𝗻𝗮̃𝗼 𝗲𝘀𝘁𝗮̃𝗼 𝗮𝗼 𝗻í𝘃𝗲𝗹 𝗾𝘂𝗲 𝗻𝗼́𝘀 𝗽𝗿𝗲𝗰𝗶𝘀𝗮𝗺𝗼𝘀”.

Depois, apontou para a mudança emocional da equipa após o empate do Congo. Para o técnico, houve uma “𝗲𝗺𝗼𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗶𝗳𝗲𝗿𝗲𝗻𝘁𝗲” e uma “𝘁𝗼𝗺𝗮 𝗱𝗲 𝗱𝗲𝗰𝗶𝘀𝗼̃𝗲𝘀 𝗱𝗶𝗳𝗲𝗿𝗲𝗻𝘁𝗲”.

Por fim, deixou a receita para o próximo jogo: “𝗢 𝗶𝗺𝗽𝗼𝗿𝘁𝗮𝗻𝘁𝗲 𝗲́ 𝗿𝗲𝗳𝗹𝗲𝘁𝗶𝗿, 𝗮𝘃𝗮𝗹𝗶𝗮𝗿 𝗲 𝗽𝗼𝗱𝗲𝗿 𝗮𝗷𝘂𝘀𝘁𝗮𝗿 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼 𝗽𝗿𝗼́𝘅𝗶𝗺𝗼 𝗷𝗼𝗴𝗼 𝗽𝗼𝗱𝗲𝗿 𝗰𝗵𝗲𝗴𝗮𝗿 𝗮𝗼 𝗻í𝘃𝗲𝗹 𝗾𝘂𝗲 𝗷𝗮́ 𝗺𝗼𝘀𝘁𝗿𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗻𝗼𝘀 𝘂́𝗹𝘁𝗶𝗺𝗼𝘀 𝗺𝗲𝘀𝗲𝘀”.

Ainda sobre a fluidez da equipa, Martínez recordou que “𝗼𝘀 𝗺𝗲𝘀𝗺𝗼𝘀 𝗷𝗼𝗴𝗮𝗱𝗼𝗿𝗲𝘀 𝘁𝗶𝘃𝗲𝗿𝗮𝗺 𝘂𝗺 𝗱𝗲𝘀𝗲𝗺𝗽𝗲𝗻𝗵𝗼 𝗱𝗲 𝗮𝗹𝘁𝗼 𝗻í𝘃𝗲𝗹” na Liga das Nações.

Mesmo assim, admitiu o que faltou: “𝗙𝗮𝗹𝘁𝗼𝘂 𝗮𝗿𝗿𝗶𝘀𝗰𝗮𝗿, 𝗳𝗮𝗹𝘁𝗼𝘂 𝗽𝗿𝗼𝗰𝘂𝗿𝗮𝗿 𝗲𝘀𝗽𝗮𝗰̧𝗼, 𝗳𝗮𝗹𝘁𝗼𝘂 𝗰𝗵𝗲𝗴𝗮𝗿 𝗮𝗼 𝘂́𝗹𝘁𝗶𝗺𝗼 𝘁𝗲𝗿𝗰̧𝗼, 𝗺𝗮𝘀 𝗳𝗼𝗶 𝘂𝗺 𝘀𝗲𝗻𝘁𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝘂𝗺 𝗮𝘀𝗽𝗲𝗰𝘁𝗼 𝘁𝗲́𝗰𝗻𝗶𝗰𝗼-𝘁𝗮́𝗰𝘁𝗶𝗰𝗼”.

Francisco Gomes acusa Martínez de decidir pelo estatuto

Na SIC, Francisco Gomes fez uma análise dura à prestação portuguesa. O comentador reconheceu bons minutos iniciais, mas viu a equipa perder intensidade cedo.

A sua leitura foi clara: “𝗣𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝗮𝗹 𝗽𝗲𝗻𝘀𝗼𝘂 𝗯𝗲𝗺 𝗼𝘀 𝗽𝗿𝗶𝗺𝗲𝗶𝗿𝗼𝘀 𝗺𝗶𝗻𝘂𝘁𝗼𝘀 𝗱𝗼 𝗷𝗼𝗴𝗼, 𝗱𝗲𝗽𝗼𝗶𝘀 𝗳𝗼𝗶 𝗽𝗲𝗿𝗱𝗲𝗻𝗱𝗼 𝗿𝗶𝘁𝗺𝗼 𝗲 𝗳𝗼𝗶 𝗽𝗲𝗿𝗱𝗲𝗻𝗱𝗼 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗻𝘀𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲”.

Ainda assim, Francisco Gomes recusou alarmismos totais. Lembrou que este padrão não é novo: “𝗤𝘂𝗲𝗺 𝗲𝘀𝗽𝗲𝗿𝗮𝘃𝗮 𝘂𝗺𝗮 𝗰𝗼𝗶𝘀𝗮 𝗱𝗶𝗳𝗲𝗿𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗻𝗮̃𝗼 𝘁𝗲𝗺 𝘃𝗶𝘀𝘁𝗼 𝗣𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝗮𝗹 𝗻𝗮𝘀 𝘂́𝗹𝘁𝗶𝗺𝗮𝘀 𝗴𝗿𝗮𝗻𝗱𝗲𝘀 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗲𝘁𝗶𝗰̧𝗼̃𝗲𝘀”.

A crítica principal, contudo, foi para Roberto Martínez. O comentador considerou que o selecionador se guia demasiado pelo nome dos jogadores: “𝗘́ 𝘂𝗺 𝘀𝗲𝗹𝗲𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗱𝗼𝗿 𝗰𝘂𝗷𝗼 𝘂́𝗻𝗶𝗰𝗼 𝗮𝗿𝗴𝘂𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼, 𝗼𝘂 𝗽𝗲𝗹𝗼 𝗺𝗲𝗻𝗼𝘀 𝗰𝘂𝗷𝗼 𝗮𝗿𝗴𝘂𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗽𝗿𝗶𝗻𝗰𝗶𝗽𝗮𝗹 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗱𝗲𝗳𝗶𝗻𝗶𝗿 𝗮𝘀 𝘀𝘂𝗮𝘀 𝗮𝗰̧𝗼̃𝗲𝘀 𝗲𝗻𝗾𝘂𝗮𝗻𝘁𝗼 𝘁𝗿𝗲𝗶𝗻𝗮𝗱𝗼𝗿 𝗲́ 𝗼 𝗲𝘀𝘁𝗮𝘁𝘂𝘁𝗼 𝗱𝗼𝘀 𝘀𝗲𝘂𝘀 𝗷𝗼𝗴𝗮𝗱𝗼𝗿𝗲𝘀”.

E deixou uma frase forte: “𝗻𝗮̃𝗼 𝘀𝗲 𝗰𝗵𝗮𝗺𝗮 𝗹𝗶𝗱𝗲𝗿𝗮𝗻𝗰̧𝗮, 𝗰𝗵𝗮𝗺𝗮-𝘀𝗲 𝗯𝘂𝗿𝗼𝗰𝗿𝗮𝗰𝗶𝗮”.

Ronaldo volta ao centro das críticas

Francisco Gomes usou Cristiano Ronaldo como exemplo dessa gestão pelo estatuto.

O comentador observou: “𝗤𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗰𝗼𝗺𝗲𝗰̧𝗮𝗿𝗮𝗺 𝗮 𝘀𝗮𝗶𝗿 𝗼𝘀 𝗷𝗼𝗴𝗮𝗱𝗼𝗿𝗲𝘀 𝗰𝗼𝗺 𝗽𝗼𝘂𝗰𝗼 𝗿𝗲𝗻𝗱𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼, 𝗾𝘂𝗲 𝗽𝗿𝗼𝘃𝗮𝘃𝗲𝗹𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗱𝗲𝘃𝗲𝗿𝗶𝗮𝗺 𝘁𝗲𝗿 𝘀𝗮í𝗱𝗼 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗰𝗲𝗱𝗼, 𝗽𝗼𝗿 𝗰𝗮𝘂𝘀𝗮 𝗱𝗼 𝗕𝗲𝗿𝗻𝗮𝗿𝗱𝗼 𝗦𝗶𝗹𝘃𝗮 𝗲́ 𝘂𝗺 𝗲𝘅𝗲𝗺𝗽𝗹𝗼, 𝗼 𝘂́𝗻𝗶𝗰𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗳𝗶𝗰𝗼𝘂 𝗳𝗼𝗶 𝗖𝗿𝗶𝘀𝘁𝗶𝗮𝗻𝗼 𝗥𝗼𝗻𝗮𝗹𝗱𝗼”.

Depois, pediu argumentos técnicos: “𝗘𝘂 𝗴𝗼𝘀𝘁𝗮𝘃𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗼𝘀 𝗮𝗿𝗴𝘂𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼𝘀 𝗳𝗼𝘀𝘀𝗲𝗺 𝘁𝗲́𝗰𝗻𝗶𝗰𝗼𝘀. 𝗤𝘂𝗲 𝗲́, 𝗲𝘀𝘁𝗲 𝗷𝗼𝗴𝗮 𝗺𝗲𝗹𝗵𝗼𝗿, 𝗲𝘀𝘁𝗲 𝗱𝗮́ 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝘃𝗲𝗹𝗼𝗰𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗮𝗼 𝗷𝗼𝗴𝗼, 𝗼 𝘀𝗲𝗹𝗲𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗱𝗼𝗿 𝗽𝗼𝗱𝗶𝗮 𝗷𝘂𝘀𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗿 𝗱𝗲𝘀𝘀𝗮 𝗺𝗮𝗻𝗲𝗶𝗿𝗮, 𝘀𝗼́ 𝗾𝘂𝗲 𝗻𝗮̃𝗼 𝗵𝗮́ 𝗷𝘂𝘀𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗽𝗼𝘀𝘀í𝘃𝗲𝗹”.

Por fim, deixou o aviso sobre o futuro português na prova. Sem mudança, Portugal arrisca “𝗱𝗲𝘀𝗽𝗲𝗿𝗱𝗶𝗰̧𝗮𝗿 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝘂𝗺𝗮 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗲𝘁𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗼𝗻𝗱𝗲 𝘀𝗼𝗺𝗼𝘀 𝗰𝗮𝗻𝗱𝗶𝗱𝗮𝘁𝗼𝘀 𝗲 𝘀𝗲𝗿𝗲𝗺 𝗴𝗿𝗮𝘁𝗼”.

Pedro Fatela vê resultado justo e critica postura portuguesa

Também na SIC, Pedro Fatela começou por procurar algum lado positivo no empate. Ainda assim, a análise foi crítica.

O comentador apontou: “𝗢 𝗽𝗿𝗶𝗺𝗲𝗶𝗿𝗼 𝘀𝗶𝗻𝗮𝗹 𝗽𝗼𝘀𝗶𝘁𝗶𝘃𝗼 𝗲́ 𝗾𝘂𝗲 𝗻𝗮̃𝗼 𝗽𝗲𝗿𝗱𝗲𝗺𝗼𝘀. 𝗢 𝘀𝗲𝗴𝘂𝗻𝗱𝗼 𝗲́ 𝗾𝘂𝗲 𝗽𝗮𝘀𝘀𝗮𝗺 𝘁𝗿𝗲̂𝘀 𝗲𝗾𝘂𝗶𝗽𝗮𝘀 𝗮̀ 𝗽𝗮𝗿𝘁𝗶𝗱𝗮”.

Depois, acrescentou que Portugal “𝘀𝗼́ 𝗽𝗼𝗱𝗲𝗺𝗼𝘀 𝗺𝗲𝗹𝗵𝗼𝗿𝗮𝗿”.

Para Fatela, o empate acabou por ser justo. Houve demérito português, mas também mérito do Congo. Na sua leitura, os africanos ganharam confiança após o golo sofrido e poderiam ter feito mais estragos.

Sobre a atitude da seleção, foi severo. Falou numa postura “𝗰𝗼𝗺𝗽𝗹𝗲𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗲𝗿𝗿𝗮𝗱𝗮” e questionou se o golo cedo “𝗮𝗴𝗿𝗮𝘃𝗼𝘂 𝘂𝗺 𝗰𝗲𝗿𝘁𝗼 𝘀𝗲𝗻𝘁𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗮𝗿𝗿𝗼𝗴𝗮̂𝗻𝗰𝗶𝗮, 𝗱𝗲 𝗱𝗶𝘀𝗽𝗹𝗶𝗰𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮”.

Pedro Fatela criticou ainda o futebol lateralizado de Portugal, uma “𝗲𝘀𝗽𝗲́𝗰𝗶𝗲 𝗱𝗲 𝗿𝗮𝗯𝗶𝗮 𝗰𝗼𝗹𝗲𝘁𝗶𝘃𝗮”, com a equipa a “𝗷𝗼𝗴𝗮𝗿 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼 𝗹𝗮𝗱𝗼 𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝘁𝗿𝗮́𝘀”.

Na sua análise, Portugal começou também a “𝗺𝗮𝗿𝗰𝗮𝗿 𝗰𝗼𝗺 𝗼𝘀 𝗼𝗹𝗵𝗼𝘀, 𝗮 𝗺𝗮𝗿𝗰𝗮𝗿 𝗮̀ 𝗱𝗶𝘀𝘁𝗮̂𝗻𝗰𝗶𝗮”.

“O problema esteve muito para o lado de Cristiano Ronaldo”

Pedro Fatela sublinhou que não pretende reduzir tudo a Cristiano Ronaldo. Porém, admitiu que o capitão foi parte do problema.

O comentador afirmou que não pensa que “𝗼 𝘂́𝗻𝗶𝗰𝗼 𝗽𝗿𝗼𝗯𝗹𝗲𝗺𝗮 𝗲́ 𝗖𝗿𝗶𝘀𝘁𝗶𝗮𝗻𝗼 𝗥𝗼𝗻𝗮𝗹𝗱𝗼”. Ainda assim, acrescentou: “𝗵𝗼𝗷𝗲 𝗼 𝗽𝗿𝗼𝗯𝗹𝗲𝗺𝗮 𝗲𝘀𝘁𝗲𝘃𝗲 𝗺𝘂𝗶𝘁𝗼 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼 𝗹𝗮𝗱𝗼 𝗱𝗲 𝗖𝗿𝗶𝘀𝘁𝗶𝗮𝗻𝗼 𝗥𝗼𝗻𝗮𝗹𝗱𝗼”.

Outros nomes também foram visados. Bernardo Silva, Bruno Fernandes, João Cancelo e Vitinha foram apontados como jogadores “𝗰𝗼𝗺𝗽𝗹𝗲𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗳𝗼𝗿𝗮 𝗱𝗲𝗹𝗮”.

Depois, Fatela defendeu que Martínez deve olhar menos para o estatuto e mais para o jogo. Se o momento pede “𝗼𝘂𝘁𝗿𝗼 𝗷𝗼𝗴𝗮𝗱𝗼𝗿, 𝘂𝗺 𝗷𝗼𝗴𝗮𝗱𝗼𝗿 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝘃𝗲𝗹𝗼𝘇”, tem de decidir por aí.

A diferença entre Bernardo Silva e Francisco Conceição foi descrita como “𝗱𝗼 𝗱𝗶𝗮 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮 𝗻𝗼𝗶𝘁𝗲”.

Por fim, deixou a crítica ao banco português: “𝘀𝗲 𝗲𝘅𝗶𝘀𝘁𝗶𝗿 𝘂𝗺 𝘀𝗲𝗹𝗲𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗱𝗼𝗿 𝗰𝗼𝗺 𝗰𝗼𝗿𝗮𝗴𝗲𝗺 𝗲 𝗰𝗮𝗽𝗮𝗰𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗺𝗲𝘅𝗲𝗿, 𝗶𝘀𝘀𝗼 𝗮𝗷𝘂𝗱𝗮 𝗮 𝗲𝗾𝘂𝗶𝗽𝗮 𝗮 𝗴𝗮𝗻𝗵𝗮𝗿”.

E concluiu: “𝗥𝗼𝗯𝗲𝗿𝘁𝗼 𝗠𝗮𝗿𝘁í𝗻𝗲𝘇 𝗻𝗮̃𝗼 𝘁𝗲𝘃𝗲 𝗲𝘀𝘀𝗮 𝗰𝗮𝗽𝗮𝗰𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗲 𝗻𝗮̃𝗼 𝗮𝗷𝘂𝗱𝗼𝘂 𝗮 𝗲𝗾𝘂𝗶𝗽𝗮 𝗮 𝗴𝗮𝗻𝗵𝗮𝗿”.

Gonçalo Quinaz fala em jogo “de dar sono”

Gonçalo Quinaz também não escondeu a desilusão. Ao intervalo, com Portugal empatado a um golo, recorreu ao Instagram para criticar a exibição.

O antigo concorrente do “Big Brother” começou por dizer: “𝗖𝗼𝗻𝘁𝗶𝗻𝘂𝗼 𝗮 𝗱𝗶𝘇𝗲𝗿 𝗾𝘂𝗲 𝗷𝗼𝗴𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗺𝘂𝗶𝘁𝗼 𝗽𝗼𝘂𝗰𝗼, 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗻𝗮̃𝗼 𝗱𝗶𝘇𝗲𝗿 𝗻𝗮𝗱𝗮. 𝗧𝗮𝗻𝘁𝗮 𝗾𝘂𝗮𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗾𝘂𝗲 𝘁𝗲𝗺𝗼𝘀 𝗶𝗻𝗱𝗶𝘃𝗶𝗱𝘂𝗮𝗹𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲, 𝗮𝗿𝗿𝗶𝘀𝗰𝗼-𝗺𝗲 𝗮 𝗱𝗶𝘇𝗲𝗿 𝗾𝘂𝗲 𝗮 𝗻í𝘃𝗲𝗹 𝗱𝗲 𝗾𝘂𝗮𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗶𝗻𝗱𝗶𝘃𝗶𝗱𝘂𝗮𝗹 𝗻𝗮̃𝗼 𝗲𝘅𝗶𝘀𝘁𝗲 𝗻𝗲𝗻𝗵𝘂𝗺𝗮 𝘀𝗲𝗹𝗲𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝗮 𝗻𝗼𝘀𝘀𝗮”.

Depois, foi ainda mais duro: “𝗡𝗮̃𝗼 𝗷𝗼𝗴𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗻𝗮𝗱𝗶𝗻𝗵𝗮, 𝗲𝘀𝘁𝗮 𝗽𝗿𝗶𝗺𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗽𝗮𝗿𝘁𝗲 𝗳𝗼𝗶 𝗱𝗲 𝗱𝗮𝗿 𝘀𝗼𝗻𝗼. 𝗠𝘂𝗶𝘁𝗮 𝗽𝗼𝘀𝘀𝗲 𝗱𝗲 𝗯𝗼𝗹𝗮, 𝗮𝘁𝗲́ 𝗱𝗲𝗺𝗮𝗶𝘀, 𝗾𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗮 𝗼𝗯𝗷𝗲𝘁𝗶𝘃𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗲́ 𝗻𝗲𝗻𝗵𝘂𝗺𝗮. 𝗧𝗼𝗱𝗮 𝗮 𝗲𝗾𝘂𝗶𝗽𝗮 𝗮 𝗾𝘂𝗲𝗿𝗲𝗿 𝗷𝗼𝗴𝗮𝗿 𝗲𝗺 𝗮𝗽𝗼𝗶𝗼, 𝘁𝗼𝗰𝗮 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝘁𝗿𝗮́𝘀, 𝘁𝗼𝗰𝗮 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼 𝗹𝗮𝗱𝗼, 𝗲 𝘃𝗼𝗹𝘁𝗮 𝗮 𝘁𝗼𝗰𝗮𝗿 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝘁𝗿𝗮́𝘀. 𝗢𝗯𝗷𝗲𝘁𝗶𝘃𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝘇𝗲𝗿𝗼, 𝗿𝗲𝗺𝗮𝘁𝗲𝘀 𝗮 𝗯𝗮𝗹𝗶𝘇𝗮 𝘇𝗲𝗿𝗼, 𝗼𝗰𝗮𝘀𝗶𝗼̃𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗴𝗼𝗹𝗼 𝘇𝗲𝗿𝗼”.

Por fim, deixou um aviso: “𝗢𝘂 𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗶𝘀𝗮𝘀 𝗺𝘂𝗱𝗮𝗺, 𝗺𝗲𝘂𝘀 𝗮𝗺𝗶𝗴𝗼𝘀, 𝗼𝘂 𝗲𝗻𝘁𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗰𝗮𝗻𝗱𝗶𝗱𝗮𝘁𝗼𝘀 𝗮̀ 𝗰𝗼𝗻𝗾𝘂𝗶𝘀𝘁𝗮 𝗱𝗼 𝗠𝘂𝗻𝗱𝗶𝗮𝗹 𝘀𝗲𝗿𝗲𝗺𝗼𝘀 𝗮𝗽𝗲𝗻𝗮𝘀 𝗰𝗮𝗻𝗱𝗶𝗱𝗮𝘁𝗼𝘀 𝗮 𝘀𝗲𝗿 𝗮 𝗱𝗲𝘀𝗶𝗹𝘂𝘀𝗮̃𝗼 𝗱𝗼 𝗠𝘂𝗻𝗱𝗶𝗮𝗹. 𝗙𝗼𝗿𝗰̧𝗮 𝗣𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝗮𝗹”.

Kátia Aveiro também critica a seleção

Kátia Aveiro, irmã de Cristiano Ronaldo, também reagiu ao empate. A empresária e influenciadora, que vive em Gramado, no Brasil, usou as redes sociais para mostrar desilusão.

Na sua leitura, Portugal “𝗱𝗲𝘀𝗮𝗽𝗿𝗲𝗻𝗱𝗲𝘂 𝗮 𝗴𝗮𝗻𝗵𝗮𝗿 𝗯𝗼𝗹𝗮𝘀”. Além disso, classificou a estreia como “𝗲𝘀𝘁𝗿𝗮𝗻𝗵𝗼”.

Apesar da crítica, Kátia manteve esperança num “𝗳𝗶𝗻𝗮𝗹 𝗰𝗲𝗿𝘁𝗲𝗶𝗿𝗼” para a participação portuguesa no Mundial.

Spoiler em direto revela Gonçalo Ramos no Alta Definição

A transmissão do jogo também teve um momento inesperado fora das quatro linhas. Durante a emissão, um comentador acabou por revelar antes do tempo uma entrevista da SIC.

Ao falar dos suplentes, antecipou: “𝗡𝗮̃𝗼 𝗽𝗲𝗿𝗰𝗮 𝗻𝗼 𝗽𝗿𝗼́𝘅𝗶𝗺𝗼 𝘀𝗮́𝗯𝗮𝗱𝗼 𝗮 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗲𝘃𝗶𝘀𝘁𝗮 𝗮 𝘂𝗺 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗿𝗻𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹 𝗽𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝘂𝗲̂𝘀. 𝗘𝘀𝘁𝗮́ 𝗵𝗼𝗷𝗲 𝗻𝗼 𝗯𝗮𝗻𝗰𝗼, 𝗚𝗼𝗻𝗰̧𝗮𝗹𝗼 𝗥𝗮𝗺𝗼𝘀. 𝗘𝗻𝘁𝗿𝗲𝘃𝗶𝘀𝘁𝗮 𝗲𝘅𝗰𝗹𝘂𝘀𝗶𝘃𝗮 𝗻𝗼 𝗔𝗹𝘁𝗮 𝗗𝗲𝗳𝗶𝗻𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼”.

Assim, ficou revelado que Gonçalo Ramos será o próximo convidado de Daniel Oliveira.

Portugal obrigado a reagir

O empate frente ao Congo não arruma as contas de Portugal no Mundial. Mas expõe problemas que já vinham a ser discutidos.

A equipa teve bola, mas pouco rasgo. Teve talento, mas pouca agressividade. Teve vantagem, mas não teve controlo.

Agora, a seleção nacional terá de provar que o tropeção foi apenas um aviso. Porque, num Mundial, o primeiro erro pode não ser fatal. Mas raramente passa sem deixar marcas.

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