Rodrigo Castelhano recorda morte do pai em confissão emotiva após saída da 1.ª Companhia

Rodrigo Castelhano recorda morte do pai em confissão emotiva após saída da 1.ª Companhia, hoje na TVI.

Ex-concorrente abriu o coração em direto na TVI

Depois de ter sido expulso da 1ª Companhia na gala de domingo, 25 de janeiro, Rodrigo Castelhano marcou presença no Dois às 10 desta segunda-feira, dia 26.

Durante a conversa com Cristina Ferreira e Cláudio Ramos, o modelo acabou por abordar um dos episódios mais dolorosos da sua vida pessoal.

Uma perda vivida longe e sem despedida

A certa altura da entrevista, Rodrigo Castelhano falou da morte do pai, ocorrida num momento particularmente sensível. O ex-recruta explicou que a perda aconteceu enquanto se encontrava em viagem de núpcias.

Em tom emocionado, revelou:
“Tenho saudades do meu pai, ele morreu quando eu estava na minha viagem de núpcias e ele não foi ao meu casamento.”

- Publicidade -

De seguida, confessou que tudo aconteceu de forma inesperada:
“Foi inesperado e antes de ir para a viagem de núpcias, nós estávamos chateados.”

Uma frase que ficou por resolver

Entre lágrimas, Rodrigo recordou uma frase dita num momento de tensão familiar. O concorrente admitiu que essa memória continua a pesar-lhe.

Na entrevista, contou:
“Eu disse-lhe: ‘Vê lá não morras que temos coisas para resolver’ e ele morreu”.

Assim, a conversa ganhou um tom ainda mais íntimo.

Mágoa permanece apesar do tempo

Mais à frente, Rodrigo Castelhano assumiu que a zanga nunca ficou verdadeiramente resolvida. O ex-concorrente falou abertamente da dor que carrega.

Visivelmente abalado, explicou:
“É uma mágoa, é complicado… Está resolvido e não está resolvido.”

E acrescentou:
“Gostava de ter falado com ele (…), porque a gente chateou-se mas foi uma chatice estúpida, mas pronto”.

Deste modo, a entrevista ficou marcada por um testemunho sincero, onde a saída do programa deu lugar a uma reflexão profunda sobre perda, arrependimento e saudade.

Veja este momento AQUI.

- Publicidade -

Destaques

Na Nazaré, a tradição não veste de cinzento e prova que a tauromaquia pode ser doce

Na Nazaré, a tradição não veste de cinzento e...

Veigh levou o trap brasileiro ao Sol da Caparica e fechou a segunda noite do festival

Veigh levou o trap brasileiro ao Sol da Caparica...

Mizzy Miles leva o hip hop português ao centro d’O Sol da Caparica

Mizzy Miles leva o hip hop português ao centro...

Calema transformam O Sol da Caparica num encontro de gerações ao som da lusofonia

Calema transformam O Sol da Caparica num encontro de...
- Publicidade -

Reportagens

- Publicidade -

Artigos relacionados