Romance na 1.ª Companhia? Manuel Melo quebra o silêncio sobre a Enfermeira Catarina

Romance na 1.ª Companhia? Manuel Melo quebra o silêncio sobre a Enfermeira Catarina, na tarde de ontem.

A tarde no Diário da 1.ª Companhia trouxe mais do que análises estratégicas. Desta vez, os bastidores amorosos da caserna dominaram a conversa e expuseram sentimentos até agora disfarçados.

Logo no arranque, o foco esteve nas imagens recentes de Rui Freitas. O interesse do recruta pela Enfermeira Catarina tornou-se cada vez mais evidente. No entanto, a discussão rapidamente ganhou outro contorno.

Teorias, suspeitas e um “genro” improvável

Antes de qualquer confissão, surgiu uma teoria criada dentro da própria Companhia. Manuel Melo revelou que os recrutas chegaram a imaginar uma ligação familiar entre a enfermeira e a hierarquia militar.

Confrontado por Marta Cardoso sobre se Rui estaria “pelo beicinho”, o ex-concorrente não hesitou:

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“O Rui está a pôr as cartas em jogo. Isto começa já há algum tempo atrás. Eu fui o primeiro a reparar. Comecei a abrir a sobrancelha, a olhar para ele. A gente ainda tinha teorias de que o instrutor Joaquim fosse namorado da Catarina”.

Contudo, a teoria não ficou por aí. A especulação evoluiu para um cenário ainda mais complexo, envolvendo o comandante.

“O comandante ser pai e o pai e o pai… O comandante era pai. Porquê? E depois tínhamos coisas para alugar isto. Porque, a dada altura, o comandante chama, quando nós estamos a fazer a escalada… o comandante chama Jacinto ao Joaquim… E a gente fica a olhar uns para os outros, Jacinto? Isto é conversa de casa… Se calhar ele sabe que ele se chama Jacinto porque deve ser genro. Porque a Catarina tem os mesmos olhos verdes cortados em cima, como o olhar do comandante. Portanto, deve ser filha”.

Assim, entre escaladas e treinos, os recrutas foram alimentando uma narrativa paralela.

Avisos… ou ciúmes?

Perante esta suposição, Manuel tentou travar os avanços de Rui. Pelo menos, essa foi a justificação apresentada.

“Eu começo a chamá-lo à atenção exatamente por isso. Porque nós estamos no meio dessa teoria e ele faz avanços simpáticos e engraçados, como ele sabe ser, à enfermeira Catarina e eu começo a levantar-lhe o sobreolho: ‘Olha que já ficas com o Joaquim à perna’”.

Ainda assim, no estúdio, a leitura foi diferente. Adriano Silva Martins lançou a suspeita de que os avisos poderiam esconder outro motivo.

“Óbvio, óbvio, isto está na cara. Deixamos-os dizer, Marta, que eu, quando o Manuel Melo começou a franzir a sobrancelha, eu pensei: ‘queres ver como o Manuel Melo também tem interesse na enfermeira Catarina?’”.

De seguida, Marta Cardoso reforçou a provocação:

“Bem lembrado, bem lembrado, que eu fui a outra que disse assim: ‘e se o Manuel Melo está a resfriar os avanços do Rui?’ Pois claro. Porque está a ter interesse na enfermeira”.

A confissão inesperada

Confrontado diretamente, Manuel Melo tentou ganhar tempo. Porém, acabou por admitir que a presença da enfermeira não deixava ninguém indiferente.

“Vocês ainda não me deixaram responder, eu estou à espera de conseguir… Não, é que a enfermeira Catarina, eu acho que mexe com todos os recrutas lá dentro. Há uns que premeiam outras enfermeiras, mas o Nuno é mais recatado, mas a gente fica assim”.

Perante a hesitação, Marta Cardoso fechou o tema com ironia:

“Pronto, Adriano, puxou esta conversa toda, confirma-se a nossa teoria, vamos avançar. Eu também, eu sou solteiro… Com certeza, o que seria? E na guerra tudo está permitido, no amor e na guerra tudo está permitido”.

Por fim, Manuel assumiu a diferença de postura face ao colega.

“Mas sempre a respeitei muito, não tinha coragem de fazer isto”.

Deste modo, entre teorias de parentesco e suspeitas de ciúmes, a 1.ª Companhia mostrou que nem só de disciplina vive a caserna. O jogo do amor também parece ter entrado em formatura.

Leia também: Sondagem 1ª Companhia: Quem deve vencer?

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