Rúben Aguiar perde recurso no Supremo, mas anuncia nova batalha: “Não tive o benefício da dúvida”, assinala.
Supremo Tribunal de Justiça mantém condenação
O cantor Rúben Aguiar, condenado a seis anos de prisão efetiva pelo crime de homicídio qualificado na forma tentada, viu o recurso apresentado há um mês e meio ser rejeitado pelo Supremo Tribunal de Justiça. A decisão confirma o acórdão da Relação de Lisboa, que o tinha considerado culpado do atropelamento intencional ocorrido em abril de 2023, em Alcochete.
Artista troca de advogado e avança com novo recurso
Ainda assim, e apesar da nova derrota judicial, Rúben Aguiar não pretende desistir da luta para provar a sua inocência. Conforme apurou o Correio da Manhã, o artista decidiu mudar de advogado — deixa João Nabais e passa a ser representado por Tiago Rosa — e prepara agora um recurso para o Tribunal Constitucional.
“Não tive o benefício da dúvida”
Na sequência da decisão do Supremo, o cantor deixou um desabafo público nas redes sociais, onde mostrou frustração com o processo. Nas suas palavras, “provas essenciais” não terão sido consideradas e elementos importantes teriam ficado por analisar.
Assim, escreveu: “A câmara mais próxima do local do acidente, e de outro ângulo, não ter sido recolhida. Não tive o benefício da dúvida e não tive direito à reconstituição dos factos.”
A publicação gerou ampla reação entre fãs e críticos, dividindo opiniões sobre o caso.
O caso que levou à condenação
Recorde-se que Rúben Aguiar foi acusado de atropelamento intencional após uma discussão numa estação de serviço de Alcochete, no dia 18 de abril de 2023. Segundo o processo, o arguido terá atingido a vítima com o carro e abandonado o local, deixando-a em estado grave, sem prestar qualquer tipo de auxílio.

