Tânia Laranjo descobre expressão dos mais novos: “Há limites para a modernidade”, brincou nas redes sociais.
Uma fotografia de Kika com as primas levou a jornalista a brincar com o vocabulário das novas gerações. Entre “aura”, “vibe” e “mood”, confessou que tenta acompanhar, mas prefere ficar na cadeira.
“Farmar aura” foi a expressão que Tânia Laranjo aprendeu este domingo, 4 de outubro, e que deu origem a uma publicação bem-humorada no Facebook. A jornalista partilhou uma fotografia de Kika com as primas, deitadas em redes, e comentou a naturalidade com que os mais novos usam palavras que ainda lhe são pouco familiares.
“‘Farmar aura.’ Aprendi hoje. Não sei exatamente o que significa, mas parece importante. A Kika e as primas, como se vê na fotografia, aparentemente já dominam isto há muito tempo. Estão ali a farmar aura com uma naturalidade que me deixa a pensar onde é que eu andei estes anos todos”, escreveu.
“Um vocabulário inteiro nasceu enquanto eu estava distraída a trabalhar”
A descoberta levou Tânia Laranjo a enumerar outras expressões que encontra nas conversas das gerações mais novas.
“Aura é uma palavra moderna. Há outras: vibe, mood, cringe, era. Um vocabulário inteiro nasceu enquanto eu estava distraída a trabalhar”, brincou.
Apesar de admitir que nem sempre compreende o contexto, a jornalista garantiu que faz um esforço para acompanhar.
“Não percebo exatamente o contexto, mas tento acompanhar. Hoje estou aqui a farmar aura, ou pelo menos a tentar. Elas estão na rede. Eu cá prefiro a cadeira”, contou.
A cadeira ganhou às redes
A preferência por um lugar mais convencional para descansar serviu de mote à última parte da publicação.
“Não é falta de aura. São os joelhos. Os meus joelhos podem farmar o que quiserem, mas não farmam aura suficiente para me levantar quando eu ficar presa numa rede”, escreveu.
Tânia Laranjo terminou com uma conclusão curta: “Há limites para a modernidade. Até amanhã.”
