Tânia Laranjo passa duas horas à procura do gato e desfecho dá que falar: «Acho que estou prestes a receber a carta de despejo», brincou.
Tânia Laranjo viveu duas horas de aflição em casa por causa do desaparecimento do gato. A jornalista procurou por todo o lado, começou a recear que alguma coisa tivesse acontecido e acabou por descobrir que o animal estava, afinal, exatamente onde queria estar: no sofá antigo.
A história foi contada este domingo, 27 de setembro, no Facebook, com Tânia Laranjo a transformar o susto num relato bem-humorado.
“Estive duas horas à procura do gato. Duas horas. Subi e desci escadas, chamei por ele, procurei em cima dos móveis, debaixo da cama, dentro dos armários, abri gavetas. Tudo. Já estava a pensar no pior.”
O motivo para toda a confusão tinha sido uma alteração aparentemente simples em casa.
“Tudo porque tenho um sofá novo.”
Tânia não se tinha desfeito do anterior e até acreditava ter encontrado uma solução capaz de agradar aos dois.
“Não deitei fora o antigo. A ideia era simples: um sofá para mim e outro para ele. Eu ficava com o novo, ele com o antigo. Uma divisão perfeitamente razoável da propriedade.”
Só que o gato, segundo a jornalista, tinha aparentemente outros planos.
“O gato discordou. Desapareceu.”
O “desaparecido” estava no sofá antigo
Depois de duas horas de buscas, o mistério resolveu-se de uma forma bastante menos dramática do que Tânia Laranjo já imaginava.
“Duas horas depois, encontrei-o no sofá antigo. Deitado. Imóvel. Com aquele ar de quem estava à espera que eu acabasse a operação policial.”
E o comportamento do gato depois de ser encontrado acabou por dar o resto da graça ao episódio.
“Olhou para mim. Não disse nada. Não precisava. Era o olhar de um senhorio a ver a inquilina a fazer obras sem autorização.”
Pouco impressionado com as duas horas de buscas, voltou simplesmente ao descanso.
“Voltou a fechar os olhos.”
Tânia Laranjo ainda acrescentou:
“E depois de me ver andar duas horas à procura dele, ainda me olhou como quem pensava: esta mulher não serve para isto.”
A jornalista terminou a história com mais uma brincadeira sobre quem parece verdadeiramente mandar em casa:
“Acho que estou prestes a receber a carta de despejo.”
