Tânia Laranjo rende-se à Madeira: “Vivia aqui facilmente”, assinalou a jornalista nas suas redes sociais.
Foto: Tânia Laranjo – Facebook
Tânia Laranjo partilhou nas redes sociais uma reflexão bem-humorada sobre a Madeira e não escondeu o encanto pela ilha.
Entre montanhas, mar, cascatas e sotaque madeirense, a jornalista deixou uma crónica leve sobre a vontade de ficar mais tempo no arquipélago.
Madeira vista como um lugar à parte
Na publicação, Tânia Laranjo começou por destacar a beleza natural da Madeira, recorrendo ao humor para sublinhar o impacto da paisagem.
“Podem dizer o que quiserem, mas na Madeira parece que Deus estava inspirado e disse: “aqui vou caprichar só para criar inveja ao resto do país”. Há montanhas brutais, cascatas a aparecer do nada, miradouros que fazem uma pessoa ficar 10 minutos só a olhar em silêncio e um mar tão azul que até irrita.”
Assim, a jornalista descreveu a ilha como um destino capaz de prender a atenção sem grande esforço.
“Começa logo a fazer contas à vida”
Depois, Tânia Laranjo admitiu que a Madeira desperta uma vontade imediata de mudar de vida.
A jornalista brincou com as perguntas que surgem quando alguém passa alguns dias na ilha.
“Vivia aqui facilmente. Aliás, uma pessoa vem passar uma semana à Madeira e começa logo a fazer contas à vida: “será que consigo trabalhar remotamente?”, “quanto custa uma casa aqui?”, “preciso mesmo dos meus amigos do continente?”. Isto porque aqui até o ar parece mais caro e de qualidade superior.”
A frase traduz o fascínio pelo lugar, mas também a sensação de qualidade de vida associada à Madeira.
O sotaque madeirense também entrou na crónica
Além da paisagem, Tânia Laranjo destacou ainda o sotaque madeirense.
Com ironia, a jornalista afirmou que até uma repreensão ganha outro encanto quando dita por alguém da ilha.
“E sim, até do sotaque gosto. O sotaque madeirense tem um talento raro: mesmo quando estão zangados, parece que estão a contar uma história engraçada. Um madeirense pode mandar-me dar uma volta e eu fico: “grande senhor, fala muito bem”.”
“Tudo na vertical” para testar os joelhos
Na parte final, Tânia Laranjo voltou à geografia da Madeira e ao relevo acentuado da ilha.
A jornalista fechou a reflexão com mais uma imagem bem-humorada sobre a forma como a Madeira parece ter sido desenhada.
“E fico sempre com a sensação de que Deus pegou numa ilha normal e pensou: “não, mete mais montanhas, mais mar bonito e faz tudo na vertical só para testar os joelhos das pessoas”.”
Desta forma, Tânia Laranjo transformou a passagem pela Madeira numa crónica de viagem marcada por humor, admiração e vontade de ficar.
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