Cláudio Ramos: “ao Big, devo a entrega absoluta”

Cláudio Ramos: “ao Big, devo a entrega absoluta”, assinalou numa publicação feita nas redes sociais, esta segunda-feira.

Não há televisão sem partilha. Por isso, ao Big, devo a entrega absoluta. Ele sabe que lhe tenho um enorme respeito e que não imagino este formato sem a sua voz. Sobre este Desafio, queria homenagear os concorrentes que por ali passaram. Todos! É a eles que se deve o sucesso. Sendo tão diferentes, completaram-se até nas alturas em que não se entenderam. Tenho-lhes um respeito tremendo e acho que eles sabem isso”, referiu.

Não posso dizer que se abraça um desafio destes de ânimo leve, menos ainda a apresentar as manhãs e a fazer os especiais da noite, mas, quando assumo um compromisso, a ideia é cumpri-lo da forma mais honesta e responsável possível”, acrescentou.

Já que é para fazer que seja Eu, como me conhecem. Não pretendo ser igual a nenhum apresentador, quero ser apenas Eu e ter liberdade para ser. Se desta forma conquistar o público, fico feliz e sinto-me recompensado. E nesta edição não me falharam nunca, por isso, muito obrigado”, destacou.

Preciso dizer que tive sempre a confiança da Direção da TVI, que a Lurdes Guerreiro e a sua equipa não me desampararam nem um dia, que a Endemol esteve sempre presente. A televisão é equipa, só funciona assim”, acrescentou Cláudio Ramos.

E por ser equipa quero agradecer à minha amiga Verónica que com o tempo se transformou minha editora. De todas as pessoas é a que melhor me conhece e sabe, só de olhar para mim, o meu estado de espírito. Obrigado ao Gonçalo Mello e ao Diogo, que trataram do meu visual esta temporada, foi sempre muito elogiado pelos entendidos na matéria, mas mais importante do que isso foi sentir-me bem todos as semanas. Tivemos uma reunião, eu disse o que queria, dias depois, a proposta chegou e o final foi o que se viu”, agradeceu Cláudio Ramos.

À Lígia, a minha maquilhadora, que me trata muito para além das imperfeições da pele, à equipa do Valido, que depois regista tudo. Agradecer também aos jornalistas e comentadores que trataram o formato com o respeito que ele merece e um beijo gigante à Mafalda e à Alice, excelentes companheiras de jornada”, assinalou Cláudio Ramos.

Daqui a nada começa outra edição. Não sabemos o que nos espera, porque o formato é assim. Imprevisível. Mas hoje, cabe honrar o que vivi. Obrigado a todos. Eu sou um rapaz de sorte”, rematou Cláudio Ramos.

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