Marco Costa leva estouro de Filipa Torrinha: “visão básica”, referiu, após algumas declarações feitas pelo pasteleiro.
Filipa Torrinha Nunes esteve no ‘Passadeira Vermelha’, juntamente com Catarina Miranda e Joana Latino.
Foi desafiada a comentar as declarações de Marco Costa sobre os programas do social e sobre si em particular.
“Não gosto de nenhum desses programas (…). Mas não dou audiência a nenhum. Desculpa. Não percebo como é que há pessoas que são pagas para falar sobre a vida dos outros (…). Uma coisa que aprendi é: ‘se não tenho nada de bom a dizer, o melhor é ficar calado’. E isso aplica-se a muitos comentadores, principalmente àquela psicóloga que vocês têm lá”, disse o pasteleiro, em entrevista a Nuno Azinheira, para a revista ‘Nova Gente’.
Posteriormente, a comentadora considerou que Marco Costa não compreende o trabalho que é feito neste tipo de programas, realçando que os comentários que fez são “preconceituosos”.
“Ninguém tem de gostar do ‘Passadeira Vermelha’ ou de programas do género mas, pela descrição que ele faz, ele não entende o que são os programas. Nós falamos da vida dos outros, certo. Mas a frase está incompleta, falamos de muitos assuntos paralelamente à vida das pessoas. E não se fala só mal”, disse.
Destacou ainda o preconceito que o pasteleiro sofreu e sofre por ter participado num reality show, lamentando que também ele tenha preconceito, neste caso para com este tipo de formatos de televisão: “A visão que o Marco tem é uma visão redutora, uma visão básica (…) e portanto, eu convidava-o a expandir os horizontes da sua consciência e perceber que o que se faz aqui é diferente e se na mesma quiser não gostar, está tudo bem”.
“(…) O Marco, não sei o que é que ele tem contra mim, mas eu sempre fundamentei aquilo que acho em relação a ele com base nas notícias que saem sobre ele”, continuou.
Disse que o fez sempre “de uma forma construtiva”: “Eu lamento é que o Marco tenha esta visão tão redutora porque se tem em relação em mim, se tem em relação, tem também em relação à vida dele”.
