Eduardo Madeira denuncia onda de vandalismo em Oeiras, Carcavelos e Cascais: “Eu já vou no terceiro vidro”, disse.
Uma sequência de danos em viaturas na linha de Cascais levou Eduardo Madeira a recorrer às redes sociais para lançar um alerta público. O humorista relata vários episódios de vandalismo e furto ligeiro, com especial incidência em parques de estacionamento e zonas residenciais.
Além disso, garante que o problema se repete há meses. Segundo descreve, vários carros são atingidos em cada ataque.
Assim, partilhou a seguinte mensagem:
“PROCURA-SE
VIVO ou SEMI-VIVO
Gang parte vidros, rouba coisas (trocos, óculos escuros, cacarecos), mas fundamentalmente deixa rasto de destruição.
Nos últimos meses tem havido ataques nas zonas de Oeiras, Carcavelos, Parede, Estoril e Cascais. Cada ataque significa dez ou doze carros com vidros partidos. Eu já vou no terceiro vidro.
A PSP sabe de tudo e confessa com tristeza e embaraço que não pode fazer muito porque os roubos não são graves.
Se houver informações sobre o gang publiquem. Não vale a pena contactar autoridades, não podem fazer nada. Podemos é estar vigilantes e publicar informação e imagens do gang. Os gangs não costumam gostar de imagens.
Embora para estes seja indiferente. Nada lhes vai acontecer.”
Ataques repetidos em vários concelhos
Entretanto, o humorista identifica várias localidades afetadas. Entre elas, Oeiras, Carcavelos, Parede, Estoril e Cascais.
Segundo o relato, cada investida resulta em vários automóveis com vidros destruídos. Os objetos levados são de baixo valor, mas os estragos acumulam-se.
Críticas à falta de resposta
Por outro lado, Eduardo Madeira refere ter contactado as autoridades. Ainda assim, diz que a resposta tem sido limitada, uma vez que os furtos são considerados de menor gravidade.
Consequentemente, defende maior vigilância por parte dos moradores e partilha de informação nas redes.
Apelo à comunidade
Por fim, o humorista incentiva quem tenha dados ou imagens a divulgar publicamente. A intenção passa por alertar outros condutores e aumentar a atenção sobre o fenómeno.
Em suma, a publicação trouxe visibilidade a uma situação que, segundo o próprio, já não é isolada. E reacende a preocupação com a segurança de viaturas na linha de Cascais.
Veja a publicação AQUI.

