Tânia Laranjo revela como lida com insultos e zangas: «Passado o pico, passa-me»

Tânia Laranjo revela como lida com insultos e zangas: «Passado o pico, passa-me», afirmou nas suas redes sociais.

Tânia Laranjo partilhou um texto pessoal no qual falou abertamente sobre a forma como reage aos insultos, às zangas e aos pequenos problemas do quotidiano. Entre o humor e a franqueza, a jornalista admitiu que se irrita com facilidade, mas também esquece rapidamente os motivos que a deixaram furiosa.

A redatora principal da CMTV começou por explicar que não costuma guardar ressentimentos, embora tenha apresentado uma justificação bem diferente da habitual.

«Não guardo rancores»

«Não guardo rancores. Não por bondade, mas por falta de espaço. A cabeça já tem livros, pessoas, coisas que devia ter dito e coisas que disse e que, com sorte, ninguém se lembra. Não vou ainda arranjar lugar para ofensas antigas», escreveu.

Tânia Laranjo confessou ainda que esquece os insultos com uma facilidade que, por vezes, a deixa a questionar-se sobre a própria personalidade.

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«Esqueço-me dos insultos com uma facilidade que às vezes me parece falta de carácter. Posso lembrar-me perfeitamente de ter ficado furiosa e não fazer a menor ideia do motivo», contou.

A jornalista admitiu que se zanga rapidamente e que nem sempre consegue conter a reação inicial. Ainda assim, garantiu que a irritação não se prolonga durante muito tempo.

«Zango-me depressa. Grito. Tenho uma certa facilidade para transformar um incómodo numa questão de Estado. Felizmente, não tenho vocação para a diplomacia: passado o pico, passa-me. A minha raiva é intensa, mas pouco perseverante», revelou.

Humor ajuda a relativizar os dias difíceis

No mesmo texto, Tânia Laranjo destacou a importância do humor na forma como enfrenta os problemas.

«Gosto de rir. De coisas parvas, sobretudo. Há qualquer coisa de profundamente tranquilizador numa coisa que não serve para nada. Gosto de relativizar as tragédias. Não porque sejam pequenas, mas porque eu já tenho dias suficientemente grandes», explicou.

A jornalista falou também do gosto pela luz, pelo silêncio, pelos amigos e pelos jantares demorados, acompanhados por gargalhadas que acabam por perder o motivo inicial.

«Gosto de viver. Gosto da luz, do silêncio e, às vezes, do barulho. Gosto de amigos, de jantares que se prolongam sem necessidade e de gargalhadas que começam por uma coisa pequena e acabam por ninguém saber já porquê. Gosto de toque, desde que não seja uma invasão territorial», partilhou.

Tânia Laranjo resumiu ainda a sua relação com as dificuldades da vida numa frase: «Não gosto de complicar. A vida já se encarrega disso com uma competência admirável».

No final, entre a confissão de que acorda maldisposta e o gosto por dormir e ler, deixou uma conclusão otimista: «E continuo, apesar de tudo, a achar que estar viva é uma coisa bastante razoável!»

Veja a publicação AQUI.

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