Bárbara Norton de Matos envolvida em polémica, após uma notícia de uma revista semanal, que já a levou a reagir.
A revista ‘TV7 Dias’ desta semana revelou que a empresa de Bárbara Norton de Matos foi processada devido a uma falha com pagamentos.
Assim, entre 11 e 15 de novembro de 2023, Bárbara Norton de Matos organizou um retiro de ioga e meditação em Marraquexe, juntamente com Rita Mendes, ex-mulher de Hernâni Carvalho, na qualidade de colaboradora.
Contudo, Rita Mendes não foi paga, tentou resolver as coisas a bem e viu-se obrigada a avançar para tribunal.
Seguidamente, a empresa da atriz, Conversas D’Artistas Unipessoal, foi condenada a pagar € 2028,92, algo que não foi cumprido.
Sendo assim, Rita Mendes avançou com um processo executivo: “A minha cliente tentou que a Bárbara pagasse o valor em falta extrajudicialmente, o que nunca fez, não tendo outra alternativa que não fosse a injunção e a penhora na ação executiva, uma vez que nunca liquidou o valor em falta”, disse o advogado José Paulo Pinho.
“É mentira, é completamente mentira”, reagiu Bárbara Norton de Matos.
Assim, após a publicação da notícia na revista, Rita Mendes reagiu no Instagram e agradeceu ao advogado “que sempre cuidou deste processo com a maior educação, serenidade e confiança”.
“Sou professora de yoga desde 2018, organizo retiros, facilito aulas, sempre com o maior respeito por todos. E aos 43 anos fui surpreendida com aquilo que chamamos de burla. Senti-me humilhada, pequena e assustada”, referiu.
“Mas pensei bem e quis dar-me ao respeito. Fui atrás daquilo que me pertencia, no caso, o pagamento em falta daquilo que foi o meu serviço num retiro em Marrocos. Valeu a pena. O que é nosso por direito, sempre chega”, acrescentou.
Também Bárbara Norton de Matos reagiu nas redes sociais.
“Em virtude das notícias vindas a público esta semana, tenho a dizer que não devo rigorosamente nada a ninguém. O meu comportamento pessoal e profissional sempre assentou numa premissa de transparência, honestidade e respeito pelas regras que definem a vivência em sociedade“, afirmou.
“Qualquer pessoa é livre de se sentir prejudicada num negócio, ainda que não o seja, e de reclamar, por isso, junto das entidades competentes, que não passam pela imprensa. O meu percurso e a manutenção da minha boa conduta não permitirão qualquer aproveitamento do meu nome para publicidade a negócios que não são os meus nem para a promoção de pessoas às quais não sou afecta. Obrigada“, acrescentou.

