Big Brother Verão: Cinha Jardim defende Boris após críticas a Sara e grupo perde prova semanal, sendo cortado orçamento.
A madrugada desta sexta-feira, 24 de julho, ficou marcada por uma nova análise à discussão entre Boris e Sara no Big Brother Verão.
No Extra, Cinha Jardim desvalorizou as acusações de humilhação e body shaming dirigidas ao líder da semana. A comentadora considerou que Sara não se esforçou durante a prova e rejeitou que a expressão “braços de mecânico” constituísse uma ofensa.
Entretanto, os concorrentes souberam que voltaram a falhar a prova semanal. As 64 falhas registadas deixaram o grupo com apenas 168 BB’s para gerir durante a semana.
Cinha Jardim não acredita que Sara tivesse de abandonar
A discussão começou quando Sara se queixou de dores nos braços durante uma das tarefas. Boris criticou a colega e afirmou que esta poderia continuar durante mais algum tempo.
No Extra, Cinha Jardim defendeu que vários concorrentes não demonstram o empenho necessário nas provas.
Na sua leitura, as dores sentidas por Sara não justificavam a desistência imediata. A comentadora lembrou que Boris lhe pediu apenas mais alguns instantes de esforço.
“Não se empenham no que devem fazer”, começou por afirmar.
Cinha Jardim acrescentou que não acreditava que os braços da concorrente estivessem a arder “ao ponto dela ter mesmo que sair”.
“Diz um minuto. Não sei se será um minuto e meio, ou mesmo que fossem dois minutos. Não é fácil este exercício”, reconheceu.
“O Bóris teve toda a razão em lhe dizer”
A comentadora considerou que Sara poderia ter insistido mais antes de abandonar a tarefa.
“Não se esforçou. Não se esforçou, não nada. E o Bóris teve toda a razão em lhe dizer”, declarou.
Cinha Jardim rejeitou ainda a dimensão que a polémica ganhou dentro e fora da casa.
Segundo a socialite, o comentário sobre os “braços de mecânico” não justificava “este empolamento que as pessoas depois fizeram ali. Muito menos da Sara, que depois vai-se fazer um bocado de vítima”.
A comentadora admitiu que costuma assumir posições polémicas nestes temas e defendeu que os concorrentes sabem que a sua aparência poderá ser alvo de comentários.
“Eu acho que as pessoas já sabem que o corpo delas é assim. Já sabem. Entraram. Também têm que levar um bocadinho na…”, afirmou, sem concluir a frase.
Cinha recorda comentários feitos a pessoas magras
Para sustentar a posição, Cinha Jardim referiu que os comentários sobre o corpo não são dirigidos apenas a pessoas com mais peso.
“Quem é uma magreza máxima, também sabe que vai levar com… Como é que se diz aquilo? Espinha, corpo de espinha, trinca-espinhas. Olívia Palito”, exemplificou.
Depois, acrescentou que o mesmo acontece com quem apresenta uma estrutura física diferente.
“Quem é mais gordinho? Vai também sempre ouvir”, declarou.
Marta Cardoso quis perceber se Cinha Jardim considerava que a expressão utilizada por Boris estava diretamente relacionada com o corpo de Sara.
“E acha que esta menção aos braços do mecânico tem a ver com essa questão? O Bóris, quando a diz, está relacionado com isso? Com o facto da Sara ser mais gordinha ou ter os bracinhos mais largos?”, questionou a apresentadora.
“O mecânico tem uns braços fortes”
Cinha Jardim explicou que interpretou a expressão como uma referência à força física e não como um insulto.
“O mecânico tem uns braços fortes. O que ele quer dizer ali… Eu não conheço nenhum mecânico que seja um magrinho, fivelinhas. Eu conheço os mecânicos que têm uns braços fortes e que carregam coisas e que andam ali a trabalhar nos carros, nas rodas. Sei lá. São homens bem constituídos”, detalhou.
A comentadora considerou evidente que Boris se estava a referir à constituição física da colega.
“Quando ele disse assim, tu parece que tens os braços de mecânico, com certeza que não se estava a referir a que ela fosse do Biafra. Tivesse uns braços magríssimos. É evidente que não estava-se a referir”, afirmou.
Ainda assim, recusou classificar o comentário como ofensivo.
“Agora pode vir dizer que não, que não quis ofender. Mas também não é ofensa”, concluiu.
Concorrentes voltam a falhar prova semanal
Além da polémica envolvendo Boris e Sara, a casa recebeu a confirmação de que tinha falhado mais uma prova semanal.
A tarefa exigia que os participantes abrissem e montassem um grande chapéu de sol. Para serem bem-sucedidos, precisavam de demonstrar coordenação, resistência e atenção aos vários elementos utilizados.
Boris reconheceu que o grupo poderia ter sido mais rápido e cuidadoso durante a execução.
“Eu vi que muitas vezes caía partes do chapéu, equipar às vezes a malta que esquecia só do chapéu ou dos óculos ou do colar”, apontou.
O Big Brother explicou que apreciou a troca de casas realizada a meio da semana. A alteração permitiu que todos os concorrentes passassem pelas diferentes fases da tarefa e partilhassem responsabilidades.
Grupo acumulou 64 falhas
Antes de conhecer o resultado, Boris tentou interpretar os números apresentados pela produção.
“22 falhas, ou é 44? Tem 2 22, não sei se é 44, se é 2 22 ali, 22 ao lado. Então vamos lá”, afirmou.
O Big Brother esclareceu que o segundo número 22 tinha sido acrescentado durante a semana, oferecendo ao grupo uma margem maior para concluir a tarefa.
Mesmo assim, os concorrentes acumularam 64 falhas.
“Não foi uma pequena distração, não foi um chapéu ligeiramente torto, não foi uma sobre mal feita, foi literalmente uma prova mal-sucedida”, sentenciou o anfitrião.
Orçamento fica reduzido a 168 BB’s
O grupo tinha apostado 60% dos 420 BB’s disponíveis para a prova.
Com o falhanço, os concorrentes ficaram com apenas 168 BB’s para o orçamento semanal.
A Voz não escondeu a desilusão com o montante disponível.
“Estes 168 BB’s são uma lástima”, concluiu.
A nova derrota aumenta as dificuldades da casa e surge numa semana em que a liderança de Boris tem estado sob pressão, tanto pelos incumprimentos coletivos como pelo confronto com Sara.
