Cláudio Ramos defende concorrentes do Big Brother: “não são soldados nem bonecos, são a matéria prima de um programa”, assinalou.
Cláudio Ramos tem conduzido algumas edições do Big Brother, da TVI, entre as quais a atual.
Nesse sentido, sente-se feliz por alguns concorrentes o considerarem o apresentador “mais humano” de reality shows.
“[Dou] a maior importância [a esse elogio] porque eu e o Big somos, durante todo aquele tempo, a referência que têm do exterior. Neste programa decidi ser como gostaria que fossem comigo. Chama-se empatia, se lhe quisermos meter uma definição“, referiu.
“Os concorrentes não são soldados nem bonecos, são a matéria prima de um programa. A minha função é acarinhar, levar a que tenham vontade de entreter, perguntar o que todos queremos saber, elogiar se for preciso, chamar a atenção se achar necessário… Faço com eles o que faço com os meus amigos, porque é assim que, durante todo o tempo de jogo, os considero“, afirmou.
“Eles estão dentro de um jogo cheios de expectativas, só um vai vencer, mas que seja uma experiência boa para todos. Para eles, para nós e para o público. Só assim me faz sentido“, rematou Cláudio Ramos.
Assim, como já o fez em outras ocasiões, Cláudio Ramos defende concorrentes do Big Brother.

