Cláudio Ramos emociona-se ao retirar memórias do frigorífico: “Só aqui colei coisas boas”, afirmou nas redes sociais.
Cláudio Ramos voltou a mostrar um lado mais íntimo nas redes sociais. O apresentador da TVI partilhou, no Instagram, um vídeo em que surge a retirar do frigorífico várias recordações acumuladas ao longo de dez anos.
Entre fotografias, bilhetes, ímanes e pequenos objetos com história, Cláudio assumiu que estava num momento mais sentimental. Mas também deixou claro que aquele espaço guardava apenas memórias felizes.
Dez anos de recordações num frigorífico
No vídeo publicado no Instagram, Cláudio Ramos mostrou-se a retirar, com cuidado, aquilo que foi juntando ao longo de uma década. O frigorífico tornou-se, assim, uma espécie de mural familiar e emocional.
Entre o humor e a ternura, o apresentador admitiu estar a ser “lamechas” ao revisitar tantas memórias.
“Ao longo de dez anos só aqui colei coisas boas. Não espetei aqui contas, arrelias, coisas chatas”, referiu.
Bilhetes da filha Leonor entre as memórias guardadas
Além das fotografias, Cláudio Ramos revelou alguns bilhetes da filha, Leonor, escritos quando ainda era pequena. O apresentador destacou também objetos ligados a pessoas e lugares importantes da sua vida.
“Tenho recados da Leonor, quando mal sabia escrever, tenho fotografias nossas em muitas fases, tenho bilhetes que me deixaram, imagens de pessoas que marcam a minha vida, tenho os célebres ímans que trouxe de lugares onde fui e não me importava de voltar, tenho frases, reflexões…”
Assim, cada peça retirada parecia carregar uma fase, uma viagem, uma presença ou uma memória que resistiu ao tempo.
Cláudio Ramos deixa reflexão sobre aquilo que “alimenta”
Na legenda da publicação, o apresentador da TVI fechou o momento com uma reflexão simples, mas carregada de significado.
“Se o frigorífico é um lugar para guardar alimentos, é uma bonita analogia perceber que o que está fora dele também alimenta”, escreveu.
Desta forma, Cláudio Ramos transformou uma tarefa doméstica num gesto de memória. E mostrou que, por vezes, aquilo que mais alimenta não está dentro do frigorífico, mas nas histórias coladas à porta.

