Desaparecimento de Maria Custódia Amaral continua sem respostas e investigação mantém todas as hipóteses

Desaparecimento de Maria Custódia Amaral continua sem respostas e investigação mantém todas as hipóteses, foi revelado.

Caso sem respostas desde segunda-feira

O desaparecimento de Maria Custódia Amaral continua a gerar inquietação. A filha de Delfina Cruz está desaparecida desde segunda-feira, dia 19, data em que tinha marcada a angariação de um imóvel.

Desde esse momento, não voltou a dar sinais de vida.

Polícia Judiciária assume o inquérito

Perante o tempo decorrido, a Polícia Judiciária passou a investigar o caso. Nesta fase, não existe uma linha única de apuramento dos factos.

Todas as hipóteses permanecem em análise.

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Relação pessoal ganha peso na investigação

Novos dados foram avançados por Tânia Laranjo, do Correio da Manhã. A jornalista revelou pormenores relevantes sobre a vida pessoal da desaparecida.

Segundo a mesma, Maria Custódia Amaral mantinha uma relação descrita como “tóxica e marcada por ciúmes e insultos” com um ex-namorado.

Reaproximação recente terá sido escondida

De acordo com a informação divulgada, a relação terminou em 2024, mas terá sido retomada recentemente. Esse reatar não era conhecido pelos mais próximos.

A jornalista sublinha que a promotora imobiliária optou por manter essa ligação longe do círculo familiar e de amigos.

Todas as possibilidades em cima da mesa

Sobre o atual ponto de situação, Tânia Laranjo foi clara quanto às linhas de investigação em curso, afirmando:
“Agora, está tudo em cima da mesa. A perseguição, os consumos de droga por parte do companheiro, a falta de dinheiro.”

Estas hipóteses estão a ser avaliadas pelas autoridades.

Ex-companheiro já foi ouvido

Entretanto, o ex-namorado de Maria Custódia Amaral já prestou declarações à Polícia Judiciária. Segundo a informação conhecida, o homem garante desconhecer o paradeiro da promotora imobiliária da Lourinhã.

O caso permanece em investigação, sem pistas conclusivas até ao momento.

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