Georgina Rodríguez divide opiniões após capa da Elle e estratégia de imagem é posta em causa, no V+Fama.
Dez anos após conhecer Cristiano Ronaldo, Gio surge mais discreta
Em 2026 assinalam-se dez anos desde que Georgina Rodríguez viu a sua vida mudar ao conhecer Cristiano Ronaldo. Para marcar a data, a edição espanhola da revista Elle escolheu-a para a capa de janeiro.
A imagem apresentada mostra uma Georgina mais simples e elegante. A escolha não passou despercebida e foi amplamente comentada no programa V+ Fama.
Painel elogia percurso, mas questiona opções estéticas
Por um lado, Marta Aragão Pinto destacou o percurso da influenciadora. A comentadora sublinhou que Georgina construiu a sua própria marca e não se limitou a viver da fama do companheiro.
Por outro lado, Cláudia Jacques foi mais crítica. Para a socialite, esta capa deveria servir de exemplo para o futuro.
“Ela devia pôr os olhos nisto [na capa da Elle] e perceber que este era o caminho. Se ela optasse por ser mais discreta e elegante, outro tipo de marcas iria apostar mais nela”, defendeu.
Luxo usado, mas não retribuído pelas grandes marcas
Apesar de contar com cerca de 71 milhões de seguidores e de exibir uma vida de grande conforto, o painel destacou uma ausência notória. Georgina Rodríguez nunca foi rosto de marcas de luxo supremo.
Segundo Cláudia Jacques, essa distância tem uma explicação clara. “A gestão de imagem dela não é contida. Ela gosta de usar as marcas de luxo, mas não consegue que elas apostem nela porque a forma como se veste e maquilha não está associada ao luxo”, afirmou.
Dificuldade em aceitar aconselhamento é apontada
Adriano Silva Martins reforçou a análise com um dado de bastidores. O comentador revelou uma confidência feita por alguém próximo da influenciadora.
“Ela deixa-se aconselhar até um certo ponto. O resto é o gosto pessoal dela e nós temos que respeitar”, contou.
Estratégia pode ser intencional, defende Guilherme Castelo Branco
Por sua vez, Guilherme Castelo Branco apresentou uma leitura diferente. Para o comentador, Georgina sabe exatamente qual o público que quer atingir.
“O público dela aspira ao luxo, mas não é aquele público ‘top’ que compra Louis Vuitton. É um público intermédio, por isso é que ela faz campanhas para a Guess. Ela está a saber criar o público específico para a imagem dela”, analisou.
