Helena Sacadura Cabral abre novo capítulo e fala de uma vida “mais aberta, mais curiosa e mais atenta”, referiu.
Helena Sacadura Cabral voltou às redes sociais para partilhar uma reflexão pessoal sobre a fase que está a viver. Aos poucos, diz estar a cumprir a decisão de mudar de vida, não através de uma rutura súbita com tudo o que conhecia, mas pela forma como passou a olhar para aquilo que a rodeia.
Sob o título “A Minha Nova Vida”, a escritora explica que essa mudança lhe trouxe uma disponibilidade diferente para experiências que antes poderiam passar despercebidas.
“Continuo a cumprir a minha decisão de mudar de vida, procurando, pouco a pouco, construir uma forma diferente de estar no mundo”, começou por escrever.
Mais do que uma transformação exterior, Helena Sacadura Cabral fala de uma alteração na maneira de viver o quotidiano e de reconhecer aquilo que lhe pode trazer prazer e sentido.
Cultura, encontros e a recuperação da curiosidade
Concertos, exposições, peças de teatro, conversas, livros ou simples encontros passaram a ocupar um lugar diferente nesta fase.
“Tenho-me alegrado com acontecimentos culturais que, de outro modo, provavelmente nem saberia que existiam. Concertos, exposições, peças, conversas, livros, encontros – pequenas oportunidades de sair da rotina e de me deixar surpreender por coisas novas”, escreveu.
A autora assume que são momentos aparentemente simples, mas que ganharam outro peso por representarem uma existência “mais aberta, mais curiosa e mais atenta”.
Também a ideia de mudança surge agora com outro significado. Helena Sacadura Cabral reconhece que não é obrigatório alterar tudo de um momento para o outro para sentir que se começou uma vida diferente.
“Pode, também, significar a recuperação da curiosidade, aceitar convites, experimentar coisas diferentes e permitir que o mundo nos traga possibilidades que antes não procurávamos”, refletiu.
É precisamente essa disponibilidade para o desconhecido que a escritora quer preservar nesta etapa.
“Ainda há muito para descobrir”, conclui, defendendo que a abertura a novas experiências pode trazer alegria em lugares e acontecimentos que anteriormente nem faziam parte do horizonte.
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