Helena Sacadura Cabral esclarece: “A liderança feminina vai muito além dos cargos de poder”, assinalou nas redes.
Helena Sacadura Cabral recorreu às redes sociais para refletir sobre o verdadeiro significado da liderança feminina, sublinhando que esta não se limita a cargos formais de chefia ou direção.
Para além dos títulos
Na sua publicação, a escritora destacou que “liderança feminina não respeita apenas a ‘mulheres ocupando lugares de poder’. Esses cargos (chefia, direção, presidência etc.) são espaços onde a liderança pode ser exercida, mas a liderança feminina vai muito além deles.”
Uma visão mais ampla
De acordo com Helena Sacadura Cabral, “não se restringe ao cargo: mulheres exercem liderança também em espaços informais – na família, em comunidades, em movimentos sociais, em projetos coletivos, mesmo sem o título de ‘chefe’.”
A autora explicou ainda que esta liderança envolve um estilo particular: “muitas vezes associa-se à liderança feminina características como cooperação, escuta ativa, empatia e visão de cuidado, embora tais qualidades não sejam exclusivas das mulheres.”
Dimensão social e política
No texto, a escritora sublinhou também a importância do impacto social: “ocupar espaços de poder formal é importante, mas a liderança feminina também está ligada a quebrar barreiras estruturais (machismo, desigualdade de oportunidades, estereótipos de género).”
Além disso, reforçou que não existe um modelo único: “é diversa: não existe um único jeito de liderar, sendo mulher. Há diferentes estilos, trajetórias e contextos.”
O verdadeiro poder de liderar
Por fim, Helena Sacadura Cabral concluiu que a liderança feminina deve ser entendida como uma força transformadora: “ela está profundamente ligada ao poder de influenciar, de mobilizar pessoas e de transformar mentalidades e práticas sociais. Nesse sentido, não se mede apenas pela posição hierárquica, mas pela capacidade de provocar mudanças, abrir caminhos e inspirar novas formas de pensar e agir.”
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