Helena Sacadura Cabral explica porque escreve nas redes sociais e rejeita patrocínios

Helena Sacadura Cabral explica porque escreve nas redes sociais e rejeita patrocínios, num texto partilhado ontem.

Reflexão pessoal partilhada com os seguidores

Helena Sacadura Cabral recorreu às redes sociais para esclarecer uma questão que lhe é colocada com frequência. A autora explicou, de forma aberta, porque continua a escrever diariamente, apesar de nunca aceitar patrocínios.

Desde logo, deixou claro que a motivação não é financeira. Na publicação, escreveu:
“Alguns amigos me têm feito esta pergunta, sabendo que não ganho nada com isto e que, até hoje, sempre recusei ser patrocinada por uma das boas marcas que me procuram.”

“Recebia muito mais que um balúrdio”

Além disso, Helena Sacadura Cabral contou um episódio recente que a levou a refletir sobre o tema. Segundo revelou:
“Ainda há bem pouco tempo, alguém me dizia que eu devia receber um balúrdio por escrever diariamente nas redes. Sorri e respondi que recebia muito mais que um balúrdio.”

Assim, explicou que essa observação acabou por motivar a partilha pública da sua posição.

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Escrever como espaço de pensamento e respiração

Ao longo do texto, a autora defendeu a escrita como um ato íntimo e necessário. Helena Sacadura Cabral afirmou:
“Escrevo nas redes sociais apesar de elas serem tão criticadas. Talvez precisamente por isso. Escrevo porque escrever me dá prazer, porque a palavra é o lugar onde penso, respiro e me organizo por dentro.”

Mesmo num ambiente ruidoso, acredita no valor das palavras.

A força de um texto num espaço superficial

Nesse sentido, sublinhou que continua a confiar no impacto da escrita. A autora escreveu:
“E porque, mesmo num espaço ruidoso e tantas vezes superficial, ainda acredito na força de um texto que toca, provoca ou simplesmente acompanha.”

Desta forma, reforçou a intenção de estar presente através da palavra.

Escrever sem certezas, mas com intenção

Por outro lado, Helena Sacadura Cabral rejeitou a ideia de escrever para ensinar ou responder. Pelo contrário, explicou:
“Não escrevo porque tenho certezas, nem porque tenho respostas. Escrevo porque não possuo outro trabalho senão este: o de tentar dizer.”

A partilha surge, segundo a autora, como um gesto simples.

Uma forma modesta de voluntariado

Na reflexão, a escrita é apresentada como um ato de presença. A autora afirmou:
“Talvez isso seja uma forma modesta de voluntariado: não de grandes gestos, mas de presença.”

Além disso, destacou a vontade de criar pausas num mundo acelerado.

Um olhar crítico sobre as redes sociais

Por fim, Helena Sacadura Cabral concluiu com uma observação sobre a responsabilidade coletiva. No encerramento do texto, escreveu:
“Se as redes falham, nós também falhamos. E talvez seja exatamente aí, que escrever ainda faça sentido.”

Assim, a publicação transformou-se numa reflexão sobre escrita, propósito e humanidade no espaço digital.

Veja a publicação AQUI.

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