Helena Sacadura Cabral reflete: “Fugir ao quotidiano é um impulso de liberdade”, assinalou a escritora.
Escritora fala sobre a importância de quebrar rotinas e reencontrar o sentido da vida
A escritora e comentadora Helena Sacadura Cabral partilhou uma nova reflexão nas redes sociais que rapidamente captou a atenção dos seus seguidores. Desta vez, a autora abordou a necessidade de fugir das rotinas diárias e de reencontrar o equilíbrio interior, num texto profundo e inspirador intitulado “Fugir ao quotidiano”.
“O peso das rotinas parece maior do que devia ser”
Logo no início da sua partilha, Helena descreveu com precisão o sentimento que muitos reconhecem no dia a dia. “Há dias em que o peso das rotinas parece maior do que devia ser. O despertador toca, o trânsito repete-se, as conversas soam iguais, e tudo se mistura num ciclo previsível, quase automático.”
A escritora admite que é nesses momentos que surge o desejo de mudança, ainda que essa fuga não tenha de ser literal. “É nesses momentos que nasce a vontade de fugir – não necessariamente de um lugar, mas de uma sensação. A vontade de respirar ar novo, de ver rostos desconhecidos, de sentir que o tempo pode ser vivido de outra forma.”
“Fugir ao quotidiano é um impulso de liberdade”
Mais à frente, Helena Sacadura Cabral reflete sobre o verdadeiro sentido desse impulso. “Fugir ao quotidiano é um impulso de liberdade. É o desejo de romper com a ordem, com os compromissos que nos definem, com as obrigações que nos moldam.”
Contudo, sublinha que não se trata de rejeitar a vida que se tem, mas sim de recordar outras formas de viver. “Não se trata de rejeitar a vida que temos, mas de lembrar que há outras formas de existir. Uma viagem improvisada, um passeio sem destino, uma tarde de silêncio – pequenos gestos que nos fazem recuperar o sentido de estar vivos.”
“O que procuramos ao fugir é o reencontro”
Helena termina o texto com uma reflexão sobre o verdadeiro propósito de se afastar da rotina. “Talvez o que realmente procuramos ao fugir não seja a distância, mas o reencontro. Reencontro com a curiosidade, com o espanto, com aquilo que o hábito nos fez esquecer.”
E conclui com uma nota de esperança: “E quando voltamos – porque sempre voltamos – trazemos connosco um pouco dessa liberdade que nos renova e dá novo significado aos dias comuns!”
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