Isabela Cardinali denuncia ataque antes de espetáculo em Ferreira do Alentejo: padrasto terá sido esfaqueado, assinalou.
Isabela Cardinali recorreu às redes sociais para denunciar um episódio de violência ocorrido na passada sexta-feira, 16 de maio, em Ferreira do Alentejo.
A artista circense relatou, através de um vídeo, que o padrasto terá sido esfaqueado antes de um espetáculo do circo familiar. Segundo o seu testemunho, tudo terá começado com uma alegada tentativa de assalto à bilheteira.
Tentativa de entrada na zona do circo
No relato partilhado, Isabela Cardinali explicou que um homem se aproximou de uma zona reservada ao circo, onde estavam a bilheteira e as caravanas da família.
A artista descreveu o início do episódio da seguinte forma:
“𝐕𝐞𝐢𝐨 𝐮𝐦 𝐡𝐨𝐦𝐞𝐦 𝐜𝐨𝐦 𝐢𝐧𝐝í𝐜𝐢𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐫𝐞𝐫 𝐚𝐬𝐬𝐚𝐥𝐭𝐚𝐫 𝐚 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐚 𝐛𝐢𝐥𝐡𝐞𝐭𝐞𝐢𝐫𝐚 𝐞 𝐞𝐧𝐭𝐫𝐚𝐫 𝐧𝐚 𝐳𝐨𝐧𝐚 𝐨𝐧𝐝𝐞 𝐧ó𝐬 𝐭𝐞𝐦𝐨𝐬 𝐚𝐬 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐚𝐬 𝐜𝐚𝐫𝐚𝐯𝐚𝐧𝐚𝐬, 𝐚𝐬 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐚𝐬 𝐜𝐚𝐬𝐚𝐬”
Ainda segundo Isabela, o padrasto terá tentado travar o indivíduo. A situação, porém, terá escalado rapidamente.
“𝐄𝐥𝐞 𝐟𝐞𝐳 𝐟𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐚𝐨 𝐦𝐞𝐮 𝐩𝐚𝐝𝐫𝐚𝐬𝐭𝐨 𝐞 𝐬𝐚𝐜𝐚 𝐝𝐞 𝐮𝐦𝐚 𝐧𝐚𝐯𝐚𝐥𝐡𝐚 𝐞 𝐝á-𝐥𝐡𝐞 𝐮𝐦𝐚 𝐟𝐚𝐜𝐚𝐝𝐚. 𝐎 𝐦𝐞𝐮 𝐩𝐚𝐝𝐫𝐚𝐬𝐭𝐨 𝐟𝐚𝐳 𝐚𝐫𝐭𝐞𝐬 𝐦𝐚𝐫𝐜𝐢𝐚𝐢𝐬, 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐚𝐧𝐭𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐞𝐠𝐮𝐢𝐮 𝐚𝐠𝐚𝐫𝐫á-𝐥𝐨 𝐧𝐨 𝐛𝐫𝐚ç𝐨, 𝐦𝐞𝐭𝐞𝐮-𝐨 𝐧𝐨 𝐜𝐡ã𝐨, 𝐯𝐞𝐢𝐨 𝐨𝐮𝐭𝐫𝐨 𝐫𝐚𝐩𝐚𝐳 𝐜𝐨𝐦 𝐮𝐦 𝐬𝐢𝐧𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐭𝐫â𝐧𝐬𝐢𝐭𝐨, 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐫𝐫𝐚𝐧𝐜𝐨𝐮, 𝐝𝐞𝐮-𝐥𝐡𝐞 𝐜𝐨𝐦 𝐨 𝐬𝐢𝐧𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐭𝐫â𝐧𝐬𝐢𝐭𝐨. 𝐀𝐪𝐮𝐢 𝐣á 𝐨𝐮𝐯𝐢 𝐦𝐨𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐛𝐚𝐫𝐮𝐥𝐡𝐨, 𝐬𝐚í 𝐝𝐨 𝐛𝐚𝐫 𝐝𝐨 𝐜𝐢𝐫𝐜𝐨, 𝐟𝐮𝐢 𝐜𝐡𝐚𝐦𝐚𝐫 𝐫𝐞𝐟𝐨𝐫ç𝐨𝐬”
Pânico entre crianças e público
O episódio terá acontecido antes do espetáculo, num momento em que havia público no local. Isabela Cardinali contou que procurou proteger as crianças presentes.
A artista recordou:
“𝐂𝐨𝐦𝐞𝐜𝐞𝐢 𝐚 𝐚𝐠𝐚𝐫𝐫𝐚𝐫 𝐞𝐦 𝐭𝐨𝐝𝐚𝐬 𝐚𝐬 𝐜𝐫𝐢𝐚𝐧ç𝐚𝐬 𝐞 𝐚 𝐝𝐢𝐳𝐞𝐫 ‘𝐩𝐨𝐫 𝐟𝐚𝐯𝐨𝐫, 𝐞𝐧𝐭𝐫𝐞𝐦 𝐥á 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐝𝐞𝐧𝐭𝐫𝐨’”
Segundo o mesmo testemunho, outro indivíduo terá ainda lançado pedras durante o confronto. A GNR chegou pouco depois ao local, mas Isabela garantiu que as ameaças continuaram.
Entre as expressões que diz ter ouvido, destacou uma:
“𝐀𝐦𝐚𝐧𝐡ã 𝐞𝐮 𝐜𝐨𝐫𝐭𝐨-𝐭𝐞 𝐚 𝐠𝐚𝐫𝐠𝐚𝐧𝐭𝐚”
Indignação após libertação dos suspeitos
Já na esquadra, Isabela Cardinali afirmou ter sido informada da libertação dos suspeitos. A decisão, atribuída no texto à procuradora Eunice Miranda, do Tribunal de Almodôvar, gerou revolta na artista circense.
A denúncia pública junta, assim, o relato da alegada agressão à indignação com o desfecho imediato do caso.
Até ao final do texto fornecido, não são apresentados novos detalhes sobre eventuais medidas judiciais posteriores.
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