João Mota vai ser pai pela primeira vez e revela sexo do bebé em direto na TVI, na manhã de hoje.
João Mota está prestes a viver uma das maiores mudanças da sua vida. O ator e vencedor do “Secret Story 2” anunciou, esta quinta-feira, 4 de junho, que vai ser pai pela primeira vez.
A novidade foi revelada no programa “Dois às 10”, da TVI, numa conversa com Cláudio Ramos. Visivelmente feliz, o algarvio confirmou que o nascimento está previsto para este mês.
João Mota anuncia nova fase no “Dois às 10”
João Mota regressou ao pequeno ecrã e escolheu a TVI para partilhar a novidade. O antigo concorrente da “Casa dos Segredos” não escondeu a emoção ao falar da paternidade.
Em direto, começou por revelar: “Há um filho, há um filho, vou ser pai, vai ser este mês. Está a ser um processo tão bonito, Cláudio, por vários motivos”.
Depois, o ator falou sobre a relação que vive atualmente. João Mota preferiu manter a identidade da companheira longe da exposição pública, mas deixou claro o momento feliz que atravessa.
O ator afirmou: “É indescritível e poder viver isto numa relação ótima, uma pessoa que eu amo de paixão”.
A discrição não tirou força ao anúncio. Pelo contrário. Num meio onde tudo parece pedir palco, João Mota escolheu dizer o essencial e guardar o resto.
“É um menino”
Já na parte final da entrevista, Cláudio Ramos quis saber se João Mota estava disposto a revelar mais um detalhe.
O apresentador perguntou: “Eu não sei se te espera um filho ou uma filha, não sei se queres dizer, mas temos um presente para ti”.
Sem hesitar, João Mota confirmou o sexo do bebé. O primeiro filho do ator será um rapaz.
A resposta foi simples: “É um menino”.
Assim, João Mota prepara-se para abraçar o papel de pai ainda este mês. E, desta vez, não se trata de personagem, guião ou desafio televisivo.
É mesmo vida real. Daquela que não se ensaia.
Da “Casa dos Segredos” à representação
Nascido em Albufeira, a 28 de outubro de 1990, João Mota tornou-se conhecido do grande público em 2011.
Tinha 21 anos quando entrou na casa mais vigiada do país. Acabou por conquistar os espectadores e venceu o “Secret Story 2”.
No entanto, João Mota não ficou preso ao rótulo de ex-concorrente. Pouco depois, começou a construir caminho na representação.
Em 2012, estreou-se como ator em “Morangos com Açúcar – Férias de Verão”, onde interpretou Marcelo Pereira.
Depois, participou em várias produções televisivas. Entre elas, “Poderosas”, “Coração d’Ouro”, “Espelho d’Água” e “A Serra”.
Em 2018, chegou também ao cinema com o drama “Leviano”, onde contracenou com José Fidalgo. Pelo papel, foi nomeado para Melhor Ator Secundário.
Um percurso entre televisão, escrita e psicologia
Além da representação, João Mota foi explorando outros caminhos. Em 2013, participou no programa “Splash! Celebridades”.
Mais tarde, em 2019, revelou ter concluído uma formação em Shiatsu, uma massagem terapêutica. Na sequência dessa aprendizagem, lançou o conceito KaiZen Shiatsu.
Entretanto, o ator continuou a investir na formação académica. Recentemente, celebrou a conclusão do curso de Psicologia, que descreveu como “um dos capítulos mais bonitos” da sua vida.
Atualmente, encontra-se a finalizar o mestrado em Psicologia Clínica e de Aconselhamento.
A escrita também ganhou espaço no seu percurso. João Mota lançou o primeiro romance, “Tudo o que nunca te disse, meu amor”, e dinamiza workshops de escrita criativa.
Além disso, foi impulsionador do Clube de Poesia na Universidade Autónoma de Lisboa.
Uma vida menos exposta
Ao longo dos anos, João Mota também viu a vida pessoal ser acompanhada pela imprensa. O relacionamento com Mariana Monteiro, terminado em 2019, foi um dos capítulos mais mediáticos.
Ainda assim, o ator tem procurado um percurso mais discreto. Em entrevistas, chegou a refletir sobre a experiência na “Casa dos Segredos”, admitindo que “foi uma mochila pesada”.
Também reconheceu que, hoje, faria algumas coisas de forma diferente.
Agora, João Mota prepara-se para uma fase que parece afastá-lo do ruído habitual. Vai ser pai pela primeira vez e espera um menino.
Depois da televisão, da representação, dos estudos, da escrita e de tantas reinvenções, chega o papel mais definitivo. Aquele em que não há câmaras suficientes para explicar tudo.

