Manuel Rodrigues sobre Carina Frias: “Era só afecto”, disse esta manhã em directo na TVI, no programa Dois às 10.
Manuel Rodrigues não esconde a frustração com o desfecho da sua participação no Big Brother 2025. Durante uma conversa emitida pela TVI, o ex-concorrente, que terminou em quarto lugar, falou abertamente sobre o que considera uma injustiça e esclareceu de uma vez por todas a relação com Carina Frias.
Desde o início, deixou claro que a proximidade com Carina foi mal interpretada por muitos. “Eu sou mimado, ela também é. E aquilo foi… eu tinha perdido, o Manuel Cavaco tinha saído. E ela também estava a ter uma semana difícil, porque foi a semana em que o Luís andou muito em cima dela. Ela estava mais em baixo, e tudo mais… Não era mais que aquele abraço, aquela conchinha…”, começou por explicar.
“Nunca foi tabu, sempre falei da Sofia”
Cláudio Ramos tentou perceber se Manuel alguma vez refletiu sobre o impacto da sua atitude, especialmente tendo em conta que cá fora o público poderia ver as imagens com outra perspetiva. “Em momento nenhum tu pensas assim: agora estou ali a dormir no peito da Carina, posso estar a criar nela uma ilusão qualquer?”, questionou o apresentador.
Contudo, Manuel defendeu-se: “Não pensei nisso, porque lá está, eu sempre falei da Sofia, nunca foi tabu nenhum. Então, na minha cabeça, estava ali tranquilo, porque como eles sabiam que eu tinha a Sofia, também não ia ser problema para eles.”
“Senti logo que algo não estava bem”
As dúvidas, no entanto, começaram a surgir perto da final. “No domingo, antes da gala, já estava a sentir qualquer coisa. Assim… não sei… algo não estava bem. E o Cláudio diz aquilo, antes de eu ir dormir para o gabinete, e foi aí que fiquei: ‘É lá, se calhar isto lá fora está a passar algo mais do que o que é cá dentro’.”
O verdadeiro impacto emocional, confessa, surgiu no dia seguinte. “Foi na segunda-feira, precisamente durante o direto. Ter que falar daquilo é que me fez sentir o abanão.”
“Era mesmo dar o apoio”
Para Manuel, tudo o que fez foi sempre natural e sem segundas intenções. “Eu era muito de mãos. Houve uma altura também com a Lisa… não sei o que tinha acontecido na última semana. Achei a situação com o Luís complicada, e ela depois foi dormir para a cama… também fui lá, dei-lhe a mão e ficámos assim. Para mim era uma coisa natural, era mesmo dar o afeto, era mesmo dar o apoio.”
