Now United fizeram o Campo Pequeno vibrar: “Now or Never World Tour” celebrou a união, diversidade e muitos êxitos, na noite de ontem.
Fotografias: João de Sousa
Um regresso explosivo a Portugal
Os Now United regressaram em grande estilo a Portugal com a digressão “Now or Never World Tour”, que passou pelo Campo Pequeno, em Lisboa, na noite de quarta-feira, 5 de novembro.
O espetáculo foi um verdadeiro festival de energia, cor e emoção, reunindo membros da formação original e novos talentos num concerto que celebrou a diversidade e a união — valores que sempre definiram o grupo.
Uma produção renovada e cheia de ritmo
A nova tournée trouxe coreografias reinventadas, cenários visuais deslumbrantes e uma produção moderna que elevou ainda mais o impacto das atuações ao vivo.
Criado em 2017 por Simon Fuller, o grupo tornou-se um fenómeno global ao combinar o pop internacional com influências multiculturais. A mensagem de inclusão e partilha entre culturas voltou a estar no centro de um espetáculo que fez o público cantar e dançar do início ao fim.
Entre os membros fundadores presentes estiveram Krystian, Sina, Shivani, Sofya e Bailey, que dividiram o palco com Nour (Líbano), Savannah (Austrália), Desirée (Brasil), Rachel (Indonésia) e Jayna (Filipinas), representantes da nova geração Now United.
Êxitos que fizeram o público vibrar
Ao longo do concerto, o Campo Pequeno transformou-se numa autêntica celebração de música e movimento. O alinhamento incluiu alguns dos maiores êxitos do grupo, como “Who Would Think That Love?”, “Na Na Na”, “All Day”, “Beautiful Life”, “Summer in the City” e “Paraná”, entre muitos outros.
Além disso, temas como “Come Together”, “Afraid of Letting Go”, “Golden”, “Now or Never” e “One Love” reforçaram a mensagem positiva que sempre acompanhou o coletivo internacional.
Uma celebração global de união e amor
Assim, o concerto dos Now United em Lisboa foi mais do que um simples espetáculo — foi uma festa de diversidade cultural que emocionou fãs de todas as idades.
Entre aplausos, coreografias sincronizadas e vozes em uníssono, o grupo mostrou porque continua a ser um símbolo global de união, inclusão e alegria.




