Otamendi elogia Messi antes da estreia da Argentina no Mundial: “É um animal e adora competir”

Otamendi elogia Messi antes da estreia da Argentina no Mundial: “É um animal e adora competir”, assinalou o argentino.

Nicolás Otamendi assumiu o peso da responsabilidade argentina antes da estreia no Campeonato do Mundo de 2026.

O antigo defesa-central do Benfica, agora ao serviço do River Plate, falou sobre o duelo com a Argélia e destacou a influência de Lionel Messi no balneário da seleção campeã mundial.

A Argentina chega à prova com o objetivo de revalidar o título, mas consciente de que todos os adversários vão querer derrubar a equipa liderada pelo camisola dez.

Messi continua a marcar o ritmo do grupo

Otamendi não escondeu a admiração por Lionel Messi e sublinhou a forma como o capitão argentino mantém o grupo alerta.

- Publicidade -

Para o defesa, a presença diária de Messi impede qualquer sinal de relaxamento dentro da equipa.

“Adoramos ver o pequeno todos os dias. É uma pessoa simples, prepara-se, mas é um animal e adora competir. Isso impede que relaxes“, afirmou.

Depois, o central reforçou a importância de acompanhar a exigência competitiva do avançado.

“Quando a bola está a rolar, é aí que tens de ir com tudo. Messi alegra-nos a todos. Quem não adora o Leo? Temos de apoiá-lo e ajudá-lo“, acrescentou.

Argentina sabe que será alvo no Mundial

A condição de campeã do mundo coloca a Argentina sob vigilância especial nesta edição do torneio.

Otamendi reconhece que o estatuto da equipa aumenta a motivação dos adversários e obriga o grupo a manter intensidade máxima desde o primeiro jogo.

“Chegamos bem, estamos a dar o máximo, porque sabemos que somos os campeões e todos nos vão querer ganhar, por isso temos de dar o máximo“, disse.

Assim, a seleção argentina parte para a estreia com confiança, mas também com consciência do desafio que tem pela frente.

Argélia exige organização defensiva

O primeiro obstáculo da Argentina será a Argélia, adversário que Otamendi não desvaloriza.

O defesa apontou a organização defensiva como um dos aspetos decisivos para evitar problemas diante da seleção africana.

“Temos de fazer o nosso jogo, eles têm bons jogadores. E creio que a organização defensiva é fundamental“, analisou.

A leitura mostra uma Argentina focada na posse da sua identidade, mas atenta aos perigos do adversário.

Quarto e último Mundial para Otamendi

Para Nicolás Otamendi, esta edição tem também uma dimensão pessoal.

O jogador vive a quarta presença no Campeonato do Mundo e admite que este será o último grande torneio da sua carreira ao serviço da seleção argentina.

“Desfruto destes momentos, porque vai ser o meu último Mundial“, concluiu.

Entre a liderança de Messi, a ambição de repetir o título e a despedida anunciada de Otamendi, a Argentina entra no Mundial com uma mistura de pressão, experiência e desejo de fazer história outra vez.

- Publicidade -

Destaques

Scorpions na MEO Arena: 60 anos depois, ainda há quem saiba fazer música para ficar

Scorpions na MEO Arena: 60 anos depois, ainda há...

Do underground português para os circuitos internacionais

Entrei na indústria da música muito cedo e comecei...

Iron Maiden voltam a provar porque continuam a ser uma referência do heavy metal

Iron Maiden voltam a provar porque continuam a ser...

O país arde e nós fazemos scroll

O país arde e nós fazemos scroll, dia-a-dia, hora-a-hora,...

Monção entre a história da Ponte de Mouro e a elegância do Palácio da Brejoeira

Monção entre a história da Ponte de Mouro e...
- Publicidade -

Reportagens

- Publicidade -

Artigos relacionados