Pedro Chagas Freitas defende liberdade para assumir desejos: «Quando quero, digo que quero», referiu nas redes sociais.
Pedro Chagas Freitas voltou a recorrer às redes sociais para partilhar uma reflexão sobre a liberdade de expressar desejos e vontades sem receio da reação dos outros.
Na publicação, o escritor critica o hábito de deixar palavras por dizer e sentimentos escondidos. Pelo contrário, assume preferir uma postura direta, mesmo quando isso surpreende quem o rodeia.
«Eu não entro nesse carrossel»
Pedro Chagas Freitas começou por abordar aquilo que considera ser uma tendência para esconder vontades ou deixar conversas incompletas.
“Está toda a gente habituada a palavras que ficam a meio, a desejos que ficam por contar. Eu não entro nesse carrossel. Quando quero, digo que quero; quando desejo, digo que desejo.”
O autor garante que não se preocupa demasiado com o espanto que a sua frontalidade possa causar. Aliás, admite até apreciar esse efeito.
“Não me importo muito com a surpresa dos outros. Para ser sincero até fico feliz por deixar as pessoas de boca aberta.”
Escritor recusa esconder aquilo que o faz feliz
Mais à frente, Pedro Chagas Freitas sublinha que assumir aquilo que deseja não representa um ataque ou uma tentativa de magoar alguém.
“Não estou a fazer mal nenhum, não estou a magoar ninguém. Só estou a não esconder o que me deixa feliz.”
Para o escritor, uma maior honestidade sobre as vontades pessoais poderia ajudar mais pessoas a alcançarem aquilo que verdadeiramente procuram.
“Se todos dissessem o que desejam, talvez mais pessoas tivessem mesmo o que desejam, não vos parece?”
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