Pedro Chagas Freitas presta homenagem comovente ao militar da GNR que morreu em serviço: “Os bons, mesmo mortos, ficam de pé na nossa memória”, disse.
Escritor recorda o “homem decente” que perdeu a vida no cumprimento do dever
O escritor Pedro Chagas Freitas usou as redes sociais para deixar uma homenagem sentida a Pedro Manata Silva, o militar da GNR que morreu na noite de segunda-feira durante uma perseguição a uma lancha de narcotraficantes, no rio Guadiana.
Com a sensibilidade que lhe é característica, o autor de Prometo Falhar destacou a coragem e o sacrifício do agente, descrevendo a sua morte como “a queda dos bons”, algo que, nas suas palavras, “dói muito”.
“Este é o Pedro Manata Silva. Era GNR e morreu em serviço ontem à noite. Estava a perseguir uma lancha de narcotraficantes, no rio Guadiana. A queda dos bons dói muito. É silenciosa, mostra-nos que às vezes são os canalhas que sobrevivem e que os homens decentes morrem a trabalhar”, escreveu Pedro Chagas Freitas.
“Os bons, mesmo mortos, ficam de pé na nossa memória”
Numa mensagem de enorme carga emocional, o escritor refletiu sobre o contraste entre a injustiça da morte e a dignidade dos que partem a cumprir o dever.
“O Pedro morreu, caiu. Mas os bons, mesmo mortos, ficam de pé na nossa memória. É isso o que os cabrões nunca vão perceber”, desabafou, expressando a sua revolta perante a perda de mais um agente das forças de segurança em serviço.
Pedro Chagas Freitas concluiu a homenagem com uma nota de gratidão e respeito: “Obrigado por tudo, Pedro”, escreveu, acompanhando o texto com uma fotografia do militar falecido.
Publicação comovente gera onda de apoio
A publicação do escritor rapidamente comoveu milhares de seguidores, que deixaram mensagens de pesar e reconhecimento pelo gesto. Muitos destacaram a forma direta e humana com que Pedro Chagas Freitas retratou a morte do agente, lembrando que “os verdadeiros heróis raramente fazem barulho”.
