Tânia Laranjo partilhou um episódio inesperado vivido em casa durante a madrugada. Numa publicação no Facebook, a jornalista contou que o gato lhe levou um pássaro para a cama, dando início a uma perseguição pela casa que relatou com humor.
Tudo começou às cinco da manhã, quando o animal apareceu junto de si com algo na boca.
“Depositou-a na almofada ao meu lado, muito satisfeito com a vida. Eu, estremunhada, dei um salto. De pijama e sem perceber muito bem o que se passava, achei que era um rato. Um rato morto. Na minha almofada. Afinal, vivo com um serial killer de quatro patas”, escreveu.
Ainda a tentar perceber o que estava a acontecer, Tânia Laranjo observou a reação do gato à sua própria conquista.
“O artista largou o bicho, deu-lhe um ligeiro toque com a pata para confirmar se estava morto e olhou para mim com um ar heróico. Faltou-me perceber se estava à espera de um abraço ou de uma medalha.”
“Também não era um rato”
A situação mudou quando a jornalista percebeu que o animal deixado na almofada estava vivo e não era aquilo que inicialmente imaginara.
“Só que o morto não estava morto. E também não era um rato. Era um pássaro, que resolveu que não ia acabar a noite na minha cama”, contou.
Seguiu-se uma perseguição pela casa, com Tânia Laranjo a assistir, ainda de pijama, sem saber como reagir.
“Começou a voar pela casa, aos saltos e aos voos rasantes, com o serial killer atrás. Eu, de pijama, sem saber se havia de ajudar a vítima ou de me esconder debaixo dos lençóis.”
Segundo o relato da jornalista, o episódio terminou com o pássaro a levar a melhor e o gato a regressar ao descanso.
“No fim, o pássaro ganhou e o gato voltou a dormir. Como se nada fosse com ele.”
As penas ficaram como prova
Na manhã seguinte, os vestígios espalhados pela sala recordaram a Tânia Laranjo que a agitação da madrugada tinha sido real.
“De manhã, as penas espalhadas pela sala confirmaram que não tinha sido um pesadelo. O meu gato dormia profundamente. Claro. O serial killer tem a vida dele”, escreveu.
A jornalista terminou a publicação mantendo o tom bem-humorado: “Eu é que lhe pago a comida e ainda tenho de limpar a cena do crime.”
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