
Vítor Sobral critica movimento encabeçado por Ljubomir Stanisic: “Os chefs não fazem greve de fome, não queimam caixões”, disse à TV 7 Dias.
Com a pandemia da Covid-19, e com vários restaurantes encerrados, Ljubomir Stanisic acabou por se juntar ao movimento ‘Sobreviver a Pão e Água’, onde durante uma semana estiverem à frente da Assembleia da República, em Lisboa.
O chef Vítor Sobral acabou por criticar quem tomou a decisão de se juntar ao movimento, justificando que foram feitas coisas “que não têm nada a ver connosco”.
“Os chefs não fazem greve de fome, não queimam caixões. Não ofendemos a classe política. Podemos pensar, podemos fazê-lo em privado, e devo confessar que nós, naturalmente, até dizemos muitas asneiras, agora em público não. Há comportamentos que não se deve ter. Não me identifiquei com essa luta”, disse à TV 7 Dias.
“Fiz take away, que é uma aspirina para a dor de cabeça. Nós precisávamos de sangue, de soro, de sermos ligados à máquina… e não fomos. Acho que a restauração foi abandonada e este inverno vai trazer isso ao de cima”, rematou.
