1ª Companhia: Andrea Soares afirma-se vítima de uma onda de ódio após o programa

1ª Companhia: Andrea Soares afirma-se vítima de uma onda de ódio após o programa, desde que saiu no sábado.

Cantora aborda críticas recebidas depois da gala da TVI

Depois de ter sido a recruta expulsa da 1ª Companhia, da TVI, na gala de sábado, 7 de fevereiro, Andrea Soares falou publicamente sobre o impacto da sua saída.

Em declarações à revista TV 7 Dias, a cantora revelou que tem sido alvo de uma onda de críticas e mensagens de ódio desde que deixou o programa.

“Não imaginei ser a vilã”

Desde logo, Andrea Soares admitiu que não esperava ser vista dessa forma pelo público. Ainda assim, mostrou-se tranquila em relação às reações negativas. À imprensa, afirmou:
“Não imaginei ser a vilã, mas ao mesmo tempo também não estou preocupada. Sou de verdade, sei a verdade das coisas.”

Em seguida, a artista destacou o ambiente vivido dentro do quartel, afastando a ideia de conflitos irreparáveis. Nesse sentido, explicou:
“Lá dentro somos uma família, como todas as famílias temos pontos de vista diferentes, algumas vezes há fricção, mas, no final das contas, a família dá-se toda bem, continua a amar-se. Para mim, somos todos uma família.”

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Personalidade crua e pouco convencional

Por outro lado, Andrea reconheceu que a sua forma de estar pode gerar reações fortes. Sobre isso, assumiu:
“Ao mesmo tempo, não me surpreendeu, porque sei que sou uma pessoa que não é convencional, não digo o que querem ouvir, mexo nas feridas das pessoas, porque sou crua e sou verdade… Não faço nada pensado, mas também não faço por mal.”

Ainda no mesmo tom crítico, deixou uma reflexão sobre o comportamento de alguns espectadores:
“Dizem que não querem guerras, isto e aquilo, mas depois são tipo os abutres, alimentam-se de carne em estado de decomposição.”

Ódio já sentido noutras fases da carreira

Além disso, Andrea Soares recordou que esta não é a primeira vez que enfrenta hostilidade pública. A cantora recuou até ao início da sua carreira musical, após vencer o programa Popstars.

Sobre esse período, revelou:
“Tive que começar muito cedo a não ligar ao que diziam, porque quando fui uma das vencedoras do ‘Popstars’ já o impacto era muito forte.”

De seguida, descreveu episódios marcantes:
“Fui maltratada na rua, queriam bater-me na rua, chamavam-me drogada, todos os nomes e mais alguns.”

Segundo explicou, a sua imagem já gerava reações extremas nessa altura:
“Isto tudo porque eu na altura já usava o cabelo cor-de-rosa e nem tinha ainda todas as tatuagens que tenho hoje.”

Aprender a lidar com a maldade gratuita

Por fim, Andrea Soares reconheceu que, apesar de hoje lidar melhor com as críticas, o impacto emocional existiu. Ainda assim, deixou claro que aprendeu a conviver com esse lado da exposição pública.

Nesse contexto, concluiu:
“Não me importo, mas mexia comigo. A maldade gratuita é algo que até hoje não entendo, tenho o síndrome de Peter Pan muito em relação a isso, não quero crescer para não perceber.”
“Mas a verdade é que comecei a entrar muito cedo a aprender a lidar com isso.”

As declarações surgem poucos dias após a sua saída do reality show e revelam o lado mais cru da exposição mediática associada ao formato.

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