“Está a leste do jogo, mas era justo ganhar”: João Oliveira revela favorito ao prémio final do Big Brother, assinalou.
João Oliveira quer ver Eduardo Ferreira vencer o reality show da TVI
João Oliveira, recentemente expulso do Big Brother Verão, esteve esta segunda-feira, 4 de agosto, no programa Dois às 10, da TVI. Durante a conversa com Cláudio Ramos, o ex-concorrente apontou quem gostaria de ver como vencedor da atual edição do reality show.
“Gostava que ganhasse o Edu”
Ao ser confrontado com a pergunta direta — “Quem é que tu gostavas que ganhasse o programa?” —, João Oliveira não hesitou na resposta, apesar de considerar o cenário pouco provável.
“Eu gostava que ganhasse, sei que é praticamente impossível…”, começou por afirmar.
Cláudio Ramos reagiu de imediato: “Não sabemos, sabemos lá”, apontando que o jogo ainda está em aberto.
Na sequência, João revelou o seu favorito:
“A meu ver, é praticamente impossível, gostava que ganhasse o Edu [Eduardo Ferreira]. Também não sei nem me interessa as polémicas dele cá fora, eu não vivo de polémicas das outras pessoas, já tenho que tratar das minhas e já chega”, explicou.
“Está a leste do jogo, mas é boa pessoa”
Segundo João Oliveira, Eduardo Ferreira é uma das figuras que mais lhe agradou dentro da casa, precisamente por parecer alheado da estratégia e dos conflitos.
“Ele pareceu-me mesmo ser muito boa pessoa, acho que era engraçado ver uma pessoa completamente a leste do jogo, ele não sabe claramente o que é o jogo, está mesmo a leste, ele está constantemente a dizer: ‘Mas isto só dá guerras? Nunca vemos aqui imagens de rir’”, contou, em tom de admiração.
Um concorrente que traz leveza à casa
João destacou ainda que é importante ter no jogo concorrentes com personalidades diferentes e mais leves, para equilibrar o ambiente do programa.
“Aquilo é um jogo de personalidades, a palavra jogo, a meu ver, entra no jogo de personalidades, aquilo é um reality show, é para as pessoas tentarem ser o mais reais possível”, disse.
No entanto, reconhece que o prémio pode mudar o comportamento dos concorrentes:
“Obviamente, a partir do momento em que existe um prémio, as pessoas vão acabar por criar personagens. Mas é preciso estas personalidades para o jogo ter [momentos de tranquilidade] e não ser tudo homogéneo, não ser tudo muito do mesmo, e criar também leveza e diversão”, concluiu.
Por fim, elogiou o lado inocente e fora de contexto de Eduardo:
“Acaba por ser engraçado às vezes olhar para a cara dele e ver que ele não está a apanhar nada do que está a acontecer”.
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