António Raminhos, Marco Horácio e Luís Filipe Borges unem-se para ajudar vítimas da tempestade Kristin com campanha solidária

António Raminhos, Marco Horácio e Luís Filipe Borges unem-se para ajudar vítimas da tempestade Kristin com campanha solidária, anunciaram ontem.

A passagem da tempestade Kristin deixou um rasto de destruição em várias zonas do País. Entre desalojados e danos materiais, multiplicam-se os apelos à ajuda.

Entretanto, três nomes conhecidos do humor português decidiram agir. António Raminhos, Marco Horácio e Luís Filipe Borges avançaram com uma iniciativa solidária.

O objetivo passa por angariar materiais de construção para apoiar as populações mais afetadas.

Proposta troca donativos por espetáculo

Além disso, António Raminhos explicou nas redes sociais a forma encontrada para incentivar empresas a contribuir. A ideia junta solidariedade e entretenimento.

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Em troca de doações, o trio disponibiliza-se para atuar em eventos corporativos.

“Em troca da doação de materiais de construção… eu, o Marco Horácio e o Luís Filipe Borges estamos disponíveis para fazer um show na vossa festa de natal da empresa, team building ou orgia. Empresas interessadas e pormenores enviem mail”

Assim, a proposta mantém o tom bem-humorado, mas com um propósito claro de apoio às comunidades.

Apoio focado no setor da construção

Por outro lado, o humorista deixou condições específicas para a campanha. A prioridade recai sobre empresas da área da construção e com capacidade de resposta rápida.

Nesse sentido, detalhou:

“Atenção, só para empresas de construção e para doação o mais rápido possível. O objetivo é que as empresas tenham algum retorno em eventos onde também gastam dinheiro e assim podem poupar com este trio. O contacto é o do nosso agente Miguel Bello que poderá acertar pormenores da doação e também, quando as coisas estiverem mais tranquilas, do nosso encontro”

Dessa forma, pretendem facilitar a logística e acelerar a ajuda no terreno.

Humor ao serviço da solidariedade

Por fim, a iniciativa surge como resposta direta às dificuldades sentidas em várias localidades. Entre piadas e espírito solidário, os três artistas procuram mobilizar recursos concretos.

Consequentemente, o humor transforma-se numa ferramenta de apoio social, com o objetivo de contribuir para a reconstrução das zonas afetadas pela tempestade.

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