Ana Bacalhau encheu o Teatro Maria Matos com concerto marcado pela partilha e emoção, na noite desta quarta-feira.
Fotografias: Carlos Pedroso
Espetáculo em Lisboa contou com convidados e um alinhamento que percorreu toda a carreira
Na noite de 21 de janeiro, Ana Bacalhau subiu ao palco do Teatro Maria Matos, em Lisboa, para um concerto que confirmou a forte ligação da artista ao público.
Desde o primeiro momento, o espetáculo destacou-se pela proximidade e pela escolha cuidada do alinhamento. O concerto integrou temas emblemáticos e canções mais recentes, num percurso coerente e emocional.
Um alinhamento pensado ao detalhe
Logo no início, Ana Bacalhau abriu a noite com “Mundo Antena”, seguindo-se “Sou como sou” e “Leve como uma pena”. A sequência criou um ambiente intimista e envolvente.
Ao longo do concerto, temas como “Por nos darem tanto”, “Maria Jorge” e “Imperial é fino” reforçaram a diversidade do repertório. A artista apresentou ainda “A Bacalhau” e “Mar de rosas”, mantendo o público atento e participativo.
Canções como “Seja agora” e “Não vás embora, rapaz” marcaram a reta final do alinhamento principal, antes do regresso ao palco para o encore.
Convidados especiais enriquecem o espetáculo
Entretanto, a noite ficou também marcada pela presença de convidados. João Só juntou-se a Ana Bacalhau em “Até Parece”, criando um dos momentos mais aplaudidos do concerto.
Além disso, João Barradas participou em “Pra frente”, “O narrador” e “Canção foleira”, acrescentando novas camadas sonoras ao espetáculo.
Estas colaborações reforçaram o carácter coletivo e cúmplice da noite.
Um concerto marcado pela ligação ao público
Por outro lado, Ana Bacalhau manteve uma comunicação próxima com a plateia, partilhando histórias e contextualizando algumas das canções. O ambiente no Teatro Maria Matos foi de escuta atenta e emoção contida.
O público respondeu com aplausos constantes e acompanhou vários temas em coro, confirmando a popularidade da artista.
Lisboa recebe mais uma noite memorável
Em síntese, o concerto de Ana Bacalhau no Teatro Maria Matos afirmou-se como um momento especial da agenda cultural lisboeta. O alinhamento consistente, os convidados e a entrega em palco transformaram a noite num encontro memorável entre artista e público.
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