Helena Sacadura Cabral partilha significado pessoal da “Árvore da Vida”: um símbolo de raízes, sonhos e ciclos

Helena Sacadura Cabral partilha significado pessoal da “Árvore da Vida”: um símbolo de raízes, sonhos e ciclos, num texto nas redes sociais.

A simbologia da Árvore da Vida serviu de ponto de partida para uma nova reflexão de Helena Sacadura Cabral nas redes sociais.

Desta vez, a autora revelou a ligação íntima que mantém com este símbolo e o significado que lhe atribui no quotidiano.

Um objeto com valor pessoal

Antes de mais, Helena Sacadura Cabral começa por contextualizar a origem desta ligação:

**“A ÁRVORE DA VIDA

- Publicidade -

No meu escritório, está pendurado um azulejo com árvore da vida, que me foi dado pelo meu filho Miguel.”**

Além disso, explica que o objeto acompanha o seu processo criativo:

“Muitas vezes, é olhando para ele, que escrevo as minhas crónicas.”

Entretanto, essa presença simbólica ganhou ainda maior proximidade:

“Mais tarde havia de comprar uma que trago sempre comigo ao pescoço.”

Por isso, sublinha o valor que lhe atribui:

“Por isso para mim, esta Árvore da Vida, sempre foi mais do que um símbolo bonito — ela é quase um espelho da nossa própria história.”

As raízes que nos sustentam

Seguidamente, a autora desenvolve o significado da imagem. Em primeiro lugar, destaca as raízes:

“Quando penso nela, imagino raízes profundas, escondidas sob a terra.”

De acordo com a sua interpretação, essas raízes representam o passado:

“São as nossas origens, as pessoas que vieram antes de nós, as experiências que moldaram quem somos.”

Ainda que invisíveis, são fundamentais:

“Nem sempre vemos essas raízes, mas são elas que nos sustentam quando o vento sopra forte.”

Assim, a base da árvore torna-se metáfora de identidade e memória.

O presente e os caminhos que se abrem

Por outro lado, o tronco simboliza o agora:

“O tronco lembra o presente, o agora.”

É neste ponto que a vida acontece:

“É onde a vida realmente acontece.”

Além disso, é ali que se enfrentam desafios e se constroem percursos:

“É aqui que enfrentamos desafios, crescemos, criamos marcas e seguimos em frente, mesmo quando não sabemos exatamente para onde os galhos se vão estender.”

Já os ramos assumem outro significado:

“E os galhos… ah, os galhos são os sonhos.”

A partir daí, a metáfora amplia-se:

“São os caminhos que escolhemos, as oportunidades que surgem, as mudanças inesperadas.”

Contudo, nem todos crescem da mesma forma:

“Alguns crescem fortes, outros precisam ser podados, mas todos fazem parte do processo de crescimento.”

Ciclos, perdas e continuidade

Além do simbolismo estrutural, Helena Sacadura Cabral associa a Árvore da Vida ao ritmo natural da existência:

“A Árvore da Vida fala sobre ciclos.”

E explica essa ideia de forma clara:

“Sobre perder folhas e, ainda assim, continuar viva.”

Assim, a metáfora inclui as diferentes fases da vida:

“Sobre aceitar que há estações de flores e estações de silêncio.”

Por conseguinte, reforça uma aprendizagem essencial:

“Ela ensina que crescer nem sempre é visível, mas é constante.”

Uma ligação maior

Por fim, a autora sintetiza o sentido profundo desta imagem:

“No fundo, ela é um sinal delicado de que estamos todos conectados — à nossa história, às pessoas que amamos e ao mundo ao nosso redor.”

E conclui com uma mensagem de esperança e pertença:

“E que, mesmo nos dias mais difíceis, ainda estamos enraizados em algo maior.”

Desta forma, Helena Sacadura Cabral transforma a Árvore da Vida num retrato simbólico da condição humana, unindo passado, presente e futuro numa única imagem carregada de significado.

Veja a publicação AQUI.

- Publicidade -

Destaques

The Weeknd tomou conta do Restelo com fogo, luz e uma sucessão de êxitos

The Weeknd tomou conta do Restelo com fogo, luz...

Gisela João, Josyara e Lucibela unem Portugal, Brasil e Cabo Verde no Festival Língua Terra

Gisela João, Josyara e Lucibela unem Portugal, Brasil e...

As vicissitudes da vida adulta

Todos nós ao longo das nossas vidas, já tivemos...

Fischer-Z celebraram 50 anos no Coliseu de Lisboa: a memória ainda tem pulso

Fischer-Z celebraram 50 anos no Coliseu de Lisboa: a...

Quando o século XVIII voltou a entrar no Campo Pequeno

Quando o século XVIII voltou a entrar no Campo...
- Publicidade -

Reportagens

- Publicidade -

Artigos relacionados