Inês Castel-Branco critica EMEL: “Parei o carro durante oito minutos numa paragem de táxis ignorando, obviamente, que se tratava de uma…”, revelou.

“Parei o carro durante oito minutos numa paragem de táxis ignorando, obviamente, que se tratava de uma. Fui entregar um presente a uma amiga. Quando desci, tinha o carro bloqueado pela EMEL. Passaram 55 minutos. Os senhores já passaram por mim três vezes e ignoraram-me. Devem ter ido infernizar o dia de outros coitados aqui à volta“, revelou, nas redes sociais.
“Tenho duas perguntas. Primeiro: não é pior estar aqui parada há uma hora do que os oito minutos que demorei a entregar o presente? Segundo: como é que as pessoas que trabalham nesta empresa conseguem dormir à noite sem peso na consciência?“, questionou.
“Não chegava à EMEL eu pagar 15 euros por dia para ter o carro no meu bairro. Hoje foram mais 133 euros. Muita sorte tenho eu de ter esse dinheiro. Imagino quem não tem. Estes fiscais não só devem ter problemas de sono como também têm uma profissão de risco“, rematou.

