
José Castelo Branco acusado de furto de perfume, faltou ao julgamento, de um acto cometido em 2019, mas que continua em tribunal.
José Castelo Branco deveria ter comparecido ao Campus da Justiça, em Lisboa, para o julgamento de um perfume, uma situação ocorrida em 2019, na passada terça-feira, mas faltou.
Enviou um pedido ao juiz para não estar presente e que apenas iria o advogado por si.
Justificou a sua ausência com um tratamento por sofrer de stress pós-traumático em Nova Iorque.
O JN tentou entender que trauma seria, mas não foi possível.
Porém, nem José Castelo Branco nem o advogado compareceram.
Segundo o JN, o pedido do José Castelo Branco será agora apreciado pelo juiz e assim ficar-se a perceber se aceita o julgamento sem a sua presença ou não.
Esta situação com o José Castelo Branco aconteceu em 2019, na zona franca do aeroporto de Lisboa, quando era transportando de cadeira de Rodas, foi visto a tentar esconder um perfume da DIOR na cadeira de rodas.
Acabou por não embarcar, desculpou-se e ficou em terra.
