José Castelo Branco assume trauma com Portugal e afasta regresso apesar de convites

José Castelo Branco assume trauma com Portugal e afasta regresso apesar de convites, segundo destacou a uma revista.

A viver atualmente nos Estados Unidos, José Castelo Branco garante que não pretende regressar a Portugal num futuro próximo. Apesar de continuar a receber convites, o socialite admite que a última passagem pelo país deixou marcas profundas.

Experiência em Portugal deixou sequelas emocionais

Em declarações à revista Nova Gente, José Castelo Branco falou abertamente sobre o impacto psicológico do período vivido em território nacional.

“Eu fiquei muito traumatizado com Portugal. Convidaram-me há uns dias para lá ir, mas ainda estou a decidir. Toda a situação por que passei mexeu com a minha vida”, confessou.

Além disso, descreveu essa fase como particularmente violenta a nível pessoal.

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“Foi preciso ir a Portugal para me tentarem destruir”, afirmou, numa referência direta às polémicas judiciais recentes.

Resposta firme às críticas e ataques

Ainda assim, o socialite garante que não se deixa abalar facilmente. Mantendo o tom que lhe é característico, deixou um recado claro a quem o critica.

“É claro que eu não deixo, porque sou uma fénix, e é isso que irrita os invejosos”, declarou.

Família continua a ser o elo com Portugal

Apesar da distância física e emocional em relação ao país, existe um fator que continua a pesar: a família. José Castelo Branco não esconde que a ausência do filho e da neta é o aspeto mais difícil deste afastamento.

“Tenho muitas saudades, e tenho falado muito com ele (…) O Guilherme e a Constança são o que mais me prende a Portugal”, revelou, referindo-se ao filho Guilherme Castelo Branco e à neta Constança Castelo Branco.

Reencontro familiar planeado fora de Portugal

Por fim, o socialite adiantou que está a ser equacionado um reencontro familiar já no próximo mês, mas em solo americano, evitando assim um regresso a Lisboa.

“Está a pensar vir cá em fevereiro”, partilhou, reconhecendo, no entanto, as dificuldades logísticas.

“Ainda não sei se vai conseguir, estamos a combinar as coisas, porque ele tem de se organizar devido à filha. Uma coisa era ele vir sozinho, metia-se num avião e vinha. Outra coisa é vir com a família, é mais difícil”, concluiu.

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