Marco Costa esclarece divisão de tarefas após separação: “Ninguém ajuda ninguém, nós partilhamos tarefas”, disse.
Marco Costa voltou a falar sobre a nova fase da sua vida pessoal. O pasteleiro abriu uma caixa de perguntas no Instagram, esta terça-feira, 5 de maio, e respondeu a várias curiosidades dos seguidores.
Solteiro desde o início do ano, depois da separação de Carolina Pinto, Marco foi questionado sobre a rotina em casa e aproveitou para esclarecer a forma como vê a divisão de tarefas numa relação.
Marco Costa fala sobre a vida a solo
Durante a interação com os seguidores, um internauta quis saber como está a correr esta fase mais doméstica da vida do pasteleiro.
“Como está a ser a vida de dono de casa?”
Marco Costa respondeu de forma direta e afastou qualquer ideia de excecionalidade.
“Honestamente, fico agradecido pelos elogios, mas acho que não faço nada de especial. Existem milhões de pessoas que estão sozinhas a aguentar a casa! Eu só comecei a fazer o que antes não precisava, mas não me considero nem menos nem mais que ninguém, gosto é de mostrar que todos conseguem desde que queiram!”
Assim, o pasteleiro explicou que apenas passou a assumir tarefas que, antes, estavam distribuídas de outra forma.
Seguidor questiona declaração do pasteleiro
Mais tarde, Marco Costa recebeu uma nova pergunta relacionada com a resposta anterior. Um seguidor quis perceber se a frase usada poderia estar ligada à ideia de tarefas atribuídas às mulheres.
“…”Só começaste a fazer o que antes não precisavas” porque achas que são tarefas das mulheres?”
Perante a questão, Marco Costa decidiu clarificar o que queria dizer.
Marco Costa nega ideia de “ajuda” em casa
O pasteleiro garantiu que nunca encarou as tarefas domésticas como uma responsabilidade feminina. Além disso, explicou que, numa relação, prefere falar em partilha.
“(…) Nunca, em nenhuma ex-relação que eu tive eu usei esta frase: “Eu ajudo a minha companheira”, porque eu não ajudo, eu partilho tarefas. Qualquer que seja a relação (…), há um trabalho de equipa. Eu comecei a fazer coisas que não fazia, porque havia uma pessoa que as fazia, não porque seja um trabalho de mulher, mas porque, por exemplo, quem me segue, eu ia pôr a roupa a secar, não sabia pôr a roupa a lavar, não era preciso porque estava estipulado que eu fazia uma coisa, a minha ex-companheira fazia outra coisa e isso é um trabalho de equipa. Ninguém ajuda ninguém, nós partilhamos tarefas (…)”
Desta forma, Marco Costa reforçou que a organização de uma casa deve ser vista como responsabilidade partilhada. O pasteleiro sublinhou ainda que o importante é existir trabalho de equipa, independentemente da fase da vida ou da relação.

