Pedro Chagas Freitas emociona com desabafo sobre o filho: “A maldade sobre ele… é a mais insustentável”

Pedro Chagas Freitas emociona com desabafo sobre o filho: “A maldade sobre ele… é a mais insustentável”, disse.

Texto partilhado nas redes sociais revela o lado mais vulnerável da paternidade

Um desabafo recente de Pedro Chagas Freitas está a tocar milhares de leitores nas redes sociais. O escritor falou abertamente sobre o medo e a dor que sente ao pensar na possibilidade de alguém magoar o seu filho.

Sem filtros, o texto expõe uma dimensão íntima da parentalidade, marcada pela vulnerabilidade e pela proteção.

Um sentimento que ultrapassa qualquer limite

Logo no início, o autor deixa clara a intensidade daquilo que sente enquanto pai.

“Acho que aguento tudo menos a maldade sobre o meu filho.”

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Depois, aprofunda essa ideia, associando-a a uma dor comum a muitos pais.

“Acho que sou como todos os pais e dói tanto, porra. Não tenho esse chip, o de suportar a ideia de alguém, adulto ou criança, magoar o meu menino.”

Assim, o escritor descreve um estado constante de inquietação, que surge no dia a dia.

O medo que não desaparece

Ainda que tente afastar esses pensamentos, Pedro Chagas Freitas admite que nem sempre consegue controlar esse receio.

“Passo pelos dias assim, com um aperto na barriga quando essa possibilidade me aparece na cabeça.”

E acrescenta:

“Tento matá-la, pelo menos amainá-la, dizer-lhe que tem de ir embora, que o meu menino vai saber lidar, enfrentar, até construir sobre aquilo que querem magoar nele.”

Contudo, a tentativa de racionalizar nem sempre resulta.

“Quase sempre não consigo: fico a pensar naquilo, a chorar aquilo, como se fosse eu: muito pior do que se fosse eu.”

A dor de um pai perante o mundo

Num dos momentos mais marcantes do texto, o autor expressa um desejo claro de proteger o filho a qualquer custo.

“Se o mundo quiser ser cabrão, que seja comigo, que deixe o meu filho em paz.”

Além disso, reforça que a simples possibilidade de sofrimento já é difícil de suportar.

“A maldade sobre ele, a simples existência da hipótese de maldade sobre ele, é a mais insustentável das lições com que a vida me pesa.”

Memórias e ligação emocional

Ao longo do desabafo, o escritor recorda também momentos partilhados com o filho, sublinhando a ligação profunda entre ambos.

“Já fomos tudo: parceiros de quarto de hospital, parceiros de dores, parceiros de pândegas, claro, de muitas dores, claro; mas não sei ainda como passar pela existência de uma janela por onde a maldade de alguém lhe possa tocar.”

Neste sentido, o texto evidencia a dificuldade em aceitar que o filho possa enfrentar situações negativas no mundo exterior.

Uma realidade comum a muitos pais

Por fim, Pedro Chagas Freitas reconhece que este sentimento faz parte da experiência de ser pai, ainda que isso não o torne mais fácil.

“Sei que é assim, que tem de ser assim, que ser pai ou mãe é sentir isto assim. Não é por isso que passa a ser suportável.”

O desabafo termina de forma crua, reforçando o peso emocional do tema.

“Que merda.”

Deste modo, a publicação tornou-se um reflexo da fragilidade e do amor incondicional associados à parentalidade, gerando identificação entre muitos leitores.

Veja a publicação AQUI.

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