Soraia Carrega confessa dificuldade em desligar da “1.ª Companhia” após saída: “Impossível”

Soraia Carrega confessa dificuldade em desligar da “1.ª Companhia” após saída: “Impossível”, assinalou ontem.

A passagem pela 1.ª Companhia continua a ter reflexos fora do ecrã. Desta vez, Soraia Carrega revelou que a adaptação à vida quotidiana foi mais exigente do que esperava.

A ex-recruta esteve presente no “Extra” da madrugada para comentar a atualidade do programa. No entanto, acabou por partilhar detalhes pessoais sobre o regresso a casa.

Plano de “detox” não resultou

Antes de mais, Soraia explicou que tinha um objetivo claro quando saiu da base de Bucelas. A ideia passava por afastar-se completamente do formato.

Contudo, rapidamente percebeu que essa decisão não era tão simples.

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“Eu estava a comentar há bocado via Maria. Eu estava a dizer que eu pensava que ia sair e que queria desligar completamente. Impossível.”, confessou.

Assim, o corte radical que tinha idealizado acabou por não acontecer.

Ligação emocional manteve-se

Entretanto, apesar de regressar ao conforto da família, sentiu um vazio inesperado. Segundo explicou, a rotina fora da casa parecia incompleta.

Por isso, encontrava no programa uma forma de manter a proximidade com os antigos colegas.

“Impossível porque eu estava com a minha família, mas eu disse assim: não, tenho que ver a minha segunda família.”, revelou.

Dessa forma, os companheiros de experiência passaram a ocupar um lugar semelhante ao de um círculo pessoal.

Programa invade até os sonhos

Além disso, o impacto emocional estendeu-se ao subconsciente. Soraia contou que a experiência continua presente no dia a dia, inclusive durante o sono.

A ex-concorrente, que trabalha na área da organização de eventos, admitiu que os dois mundos se misturam.

“Entretanto percebi também, que comentava há bocado, de estar a sonhar todos os dias. A sonhar todos os dias. E eu faço festas, portanto…”, partilhou.

Transição mais intensa do que o esperado

Por fim, as declarações evidenciam a intensidade do formato e das relações criadas em contexto de isolamento. A ligação entre participantes prolonga-se mesmo após o fim da experiência.

Assim, o testemunho de Soraia Carrega mostra que sair do programa nem sempre significa desligar emocionalmente da “1.ª Companhia”.

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