Virgílio Castelo revela passado amoroso turbulento e mudança após terapia: “Fiquei oito anos sem voltar a apaixonar-me”, disse.
Ator recorda relações marcadas por instabilidade
Aos 73 anos, Virgílio Castelo fez uma reflexão sincera sobre o seu percurso sentimental, durante uma participação televisiva.
Desde logo, o ator assumiu que viveu várias relações intensas, mas instáveis. Ao longo dos anos, passou por três casamentos, todos com desfechos semelhantes.
Nesse sentido, explicou: “Eu tinha um comportamento padrão, os meus três casamentos naquela altura acabaram todos da mesma maneira: com as mulheres a deixarem-me. Deixavam-me porque achavam que eu não gostava delas. Isto era estranho, porque eu tinha a certeza que gostava“
Dificuldade em expressar sentimentos levou à rutura
Além disso, o artista reconheceu que a principal dificuldade estava na forma como demonstrava emoções.
Assim, apesar de sentir afeto, não conseguia transmiti-lo de forma clara, o que acabava por afastar as parceiras.
Terapia marcou ponto de viragem
Perante este padrão repetido, Virgílio Castelo decidiu procurar ajuda profissional. O processo foi longo e exigente.
Nesse contexto, revelou: “Andei a fazer vários tipos de terapia e fiquei oito anos sem voltar a apaixonar-me“
Por outro lado, este período de introspeção permitiu-lhe compreender melhor os seus comportamentos e emoções.
Encontro com Maria Lucena mudou tudo
Entretanto, a mudança surgiu de forma inesperada. O ator conheceu Maria Lucena num encontro casual.
Na altura, já não esperava iniciar uma nova relação. Assim, confessou: “Já tinha quase 50 anos e achava que já tinha vivido tudo (…) foi um milagre encontrá-la“
Relação duradoura construída ao longo de décadas
Desde então, o casal mantém uma relação sólida, com mais de duas décadas de história.
Além disso, Virgílio Castelo descreve a companheira como uma presença fundamental no seu equilíbrio pessoal.
Amor visto de forma diferente
Por fim, o ator deixou uma reflexão sobre o significado do amor, baseada na experiência de vida.
Assim, concluiu: “Quando se ama, achamos sempre que a pessoa que amamos é especial“
Desta forma, o testemunho de Virgílio Castelo revela uma transformação pessoal marcada pela introspeção, aprendizagem e construção de uma relação duradoura.




